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"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Toda a gente já sentiu, tenho a certeza, mais ou menos fundo na pele, o que é cair e levantar e voltar a cair. Não é nada bom. Dá-nos uma sensação de impotência tal que nos faltam as forças até para respirar, até para consolar quem de nós precisa, até para produzir um falso sorriso. É certo que muitas mãos se erguem com o objectivo de nos ajudarem, mas nem sempre, ao firmarmo-nos nelas, conseguimos levantarmo-nos (totalmente). É um bocado impossível uma pessoa conseguir sair completamente limpa e inteira de uma situação que a foi matando por dentro durante quase nove meses. É, pois, uma conclusão fácil de tirar, no entanto é preciso fazer o optimismo crescer, mas não em demasia. O suficiente é atingido quando alguém acredita que tudo já passou. É esse o meu objectivo por agora - tentar esconder o que ainda resta porque, tenho a certeza, que um dia, vai desaparecer. Sobre a velocidade a que isto acontecerá não fui informada de detalhes, só peço e espero é que não envolvam choques frios como o que aconteceu no Carnaval, isso não. Senti-me quase obrigada a acabar com isto porque "estava a mais", se é que me faço entender. Não quero isto para a minha vida, não quero. Sou egoísta ao ponto de querer ser eu a mandar e a tomar as minhas próprias decisões sem pressões.

2 comentários:

Patrícia Véstias disse...

eu não gritei :O.
eu só fui informar-te. apenas me limitei a dizer-te: "Margarida, azul." Nem precisei dizer o nome dele, tu é que percebeste logo o a que me referia x'D.

Maria disse...

adorei amor, escreves tão bem :')