A minha foto
"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Novo blogue, visto que este se passou: http://foolosophy2.blogspot.com


6/7/10
Sinceramente faz-me falta escrever. Foi esta a melhor maneira que arranjei para expulsar todo o bem e mal que crescem dentro de mim e que por vezes incomodam. Escrever torna este processo de expulsão muito mais fácil e rápido. Por vezes tenho tanto para dizer que não sei por onde começar; outras vezes uma palavra basta para explicar tudo aquilo que sinto. Nunca é igual. Os dias não são iguais. E aos escrevermos sobre cada dia, cada hora da nossa vida, a diferença será bem marcada entre todas as frases. Existem fases, diferentes, iguais, parecidas, que preenchem as nossas semanas e fazem delas únicas.
Já escrevi em alturas menos boas da vida, alturas em que as frases são acompanhadas de lágrimas e tristeza. Alturas que nos marcam para sempre, quer queiramos ou não. É inevitável que assim aconteça; faz parte do ser humano a sua capacidade de memorizar sentimentos e de tatuar o corpo com acontecimentos que fizeram sofrer, ou que fizeram rejubilar de alegria.
Contrariamente ao normal, penso, para mim é bem mais fácil escrever quando o assunto é mau, quando magoa, quando falado dói ainda mais. Ao escrever tudo aquilo que sinto a leveza volta e a cabeça descansa e esquece por uns momentos o que tanto faz arder o coração. Quando os dias e os meses se afiguram realmente bons e cheios de sorrisos e beijos e provas de amor, as palavras não surgem. Muitas foram ditas ao ouvido, foram suspiradas entre abraçados e beijos. Deve ser por isso que ultimamente mal tenho escrito… É bom. E não me importo de abdicar de escrever se puder passar o resto da vida assim.

7/7/10
Acho nunca te cheguei a dizer isto e por isso, parece-me que ainda não te apercebeste que esta foi e sempre será a perspectiva pela qual eu vejo tudo o que aconteceu connosco. Escrevi isto para ti há muito tempo. “Tu vives em mim por tudo o que representaste de bom e que foste de mau. E, no entanto, não tenho por ti nenhum sentimento de raiva, de tristeza ou de desejo de esquecimento por todas as desilusões e dissabores que me causaste fui eu que deixei que me fizesses mal e sei melhor do que ninguém que nunca me quiseste magoar.”

8/7/10
Sei de cor a fisiologia do coração. Já o senti pulsar nas mãos. Já o abri e espreitei as suas câmaras. Conheço-lhe as fibras, as ordens nervosas que lhe comandam a cadência e as redes eléctricas que o fazem mexer. Mas não entendo onde nisto tudo entras tu! De que poderes ou influências dispões que o fazes estremecer quando adivinha os teus passos ou de sente o teu cheiro? E que direito tens tu de lhe acelerar o passo em convulsões furiosas? Para isso basta sentir o fervilhar da minha pele ao simples toque da tua. Queria eu compreender o amor... mas este é um lugar estranho, que não se rege por lógica ou pelas leis da física mas por leis de uma química que eu não domino. És dono e senhor das minhas palpitações, das minhas inspirações, expirações e suspiros. Deixei de poder chamar meu ao coração que bate aqui dentro desde que me lembro.

10/7/10
“Com o tempo, vamos percebendo que para ser feliz com outra pessoa, precisamos, em primeiro lugar, de não depender dela. Aprendemos a gostar de nós, a cuidar de nós e, principalmente, a gostar de quem gosta de nós. O segredo não é correr atrás das borboletas, mas sim cuidar do jardim para que elas decidam ir até ele.

11/7/10
É impossível conseguir quebrar esta rotina. Eu preciso de escrever, faz-me falta. Não vou parar por causa de um estúpido “problema técnico” desconhecido.  Já faz parte de mim esta necessidade de à noite, antes de dormir, escrever o que de mais importante sinto. Encaro este acto como uma terapia apesar de ultimamente me terem faltado palavras para exprimir tudo aquilo que tenho sentido. É tão bom, sou tão feliz.
Eu que na minha ignorância pensava já saber o que era a felicidade, pensava já lhe ter tocado, mas não. Nem sequer a tinha cheirado muito menos tinha pressentido a sua presença. Foi um mero engano. Um engano que me custou meses de vida. Felizmente que os consegui recuperar, sim. Tudo agora assumiu contornos realistas, sentidos e reais, sendo isto o mais importante. Só quero que dure…

12/7/10
Não há nada que me faça mais feliz do que ter-te comigo, de mão dada. Poderia dar dez voltas à cidade que não me importava, desde que a companhia se mantivesse e o amor só aumentasse. Sim, porque para um grande amor o espaço vai sempre aumentando.

13/7/10
Não consigo escrever, não me apetece, não consigo. Foi um dia horrível. Não devia ter sido, mas foi. Se não fosses tu meu amor… Amo-te e já são 4.

14/7/10
4 meses perfeitos. Obrigada. Amo-te muito.



É isto. Se te voltares a passar blog, eu juro que arranjo outro. Juro!
Ah e outra coisa. Se te recusares a funcionar e se eu não tiver coragem para arranjar outro talvez me passe e continue a adicionar parvoíces ao último texto de hoje. Yes? Mas vá, orienta-te que eu não quero chatices.
Vou ter que despejar para aqui tudo o que tenho andado a escrever enquanto esta porcaria se lembrou de me trair. Espero que tenhas voltado para ficar.

domingo, 4 de julho de 2010

Ando com vontade de escrever, nem sei bem o quê, mas ando. Só não tenho escrito porque isto não anda a dar; não estou a falar de mim, estou mesmo a falar desta coisa, do blog. Deve estar doente ou qualquer coisa do género. Se for como eu, só fica doente no Verão. Lindo. 

terça-feira, 29 de junho de 2010

Sou tão estúpida. Fui capaz de estragar o dia perfeito. E qual foi a razão? Medo. Medo de uma coisa que se calhar já aconteceu, medo do que ele pode pensar, medo, muito medo. E parvoíce.
"Para mim, o grande teste da indiferença é se uma pessoa que já foi muito importante na nossa vida entra no messenger e isso não nos faz saltar o coração pela boca. Se já não ficamos ali naquela tensão do "falo-não-falo", se o estômago já não se contorce de ansiedade à espera que a outra pessoa meta conversa connosco, se não ficamos ali a analisar o nick que escolheu, se está no estado ausente ou ocupado. Quando a janelinha com o nome se abre e não estamos nem aí, então é porque a paixão se curou de vez. Caso contrário, se ainda há estremecimentos, palpitações, sensações de desmaio, então é porque a coisa está para durar. Parte boa: há um dia em que vai passar. Quando? Sabe Deus."

sábado, 26 de junho de 2010

É linda.
Gosto muito.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

A campainha tocou e as conversas foram cessando e os caminhos tomados, cada um para seu pavilhão. Àquela hora havia sempre uma pequena multidão a tentar entrar, não por gosto, mas por dever. Ela corria. Tinha dormido pouco, um trabalho por melhorar causou-lhe insónias falsas. A apresentação outra dor de cabeça, e a custo tentava desviar-se de todos os que preferem os cinco minutos depois. Mas não conseguiu evitar e bateu nele. Tinha velocidade e rodou sobre sim mesma num rodopio incompleto, faltava-lhe um par para sua dança ser perfeita. Os cabelos, compridos, despentearam-se, e a mala ao tiracolo saiu do seu habitual sítio. Tudo se mexeu. Ele segurou-a. Esperava-a, desejava-a. E agora tinha-a nos seus braços. Olhou-a nos olhos e viu que eram de um castanho tão escuro e puro, quase pintados a óleo. O cabelo escuro ondulado e encaracolado nas pontas estava lindamente desalinhado. Os lábios, com um batom tão suave, apeteciam mordiscar. Toda ela cheirava a baunilha e Verão. Ficou rendido e esqueceu a última conquista que tinha à espera. Esqueceu aquele prazer sem sentimento, vindo de, só mais uma para juntar a uma já extensa colecção. Sentia um calor como nunca tinha sentido, apesar de deitar aquele frio de Inverno pelo nariz e pela boca. As respirações descompassadas, os batimentos incertos, mas tão certos. Acho que o tempo parou. Ali, à porta do pavilhão mais movimentado. Os beijos e abraços da nova aquisição loira dissiparam-se. Ele sentia-se vivo. Com o seu cachecol preto e cinzento, tão de acordo com um tom de pele moreno, quente. Os braços transmitiam uma sensação acolhedora, onde apetecia dormir. Quando voltou a si, ela estava num parque, um tanto ou quanto familiar. Haviam passado horas, e ele desaparecera. Sentia um frio, uma falta de abrigo, de amor. Não conseguiu evitar as tristes, grossas lágrimas que lhe rolaram até aos lábios, foram como que engolidas. Tinha medo. Até que sentiu uma respiração a aproximar-se. Ele. Trazia dois cafés, quentes. Mesmo sem lhes tocar sentiu outra vez o calor reconfortante. Amo-te, ouviu. Queria responder-lhe mas tinha uns lábios presos aos seus. Um beijo, molhado. Mais lágrimas e ele assustou-se. Desculpa, já tenho o meu coração preso a ti há semanas. Vi o teu texto e apaixonei-me. Desde aí tem crescido dentro de mim uma flor. Acho que te pertence. Ela, não conseguiu impedir um sorriso, o mais verdadeiro alguma vez visto. Sentia a flor nascer em si, sabia-o quando olhava aqueles olhos castanhos-verniz. Escrevia e lia, diariamente e sabia que não podia perder um rapaz assim. Abraçou-o. Vamos embora daqui. Quero ver flores e dizer-te de que cor é a que está dentro de mim, disse ela. Agarrou-lhe na mão e foram, pelas ruas fora, lado a lado. Tão independentemente dependentes. 


Dezembro de 2008

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Dei-te o meu às de copas; trata-o bem, por favor. 

quarta-feira, 23 de junho de 2010

E à luz da lua tudo é perfeito. De certeza que também vou gostar de sentir o sol a queimar-me a pele e os teus lábios a queimarem os meus; tenho a certeza que mesmo dentro de água vou sentir um choque eléctrico de cada vez que me tocares, e vai ser tão bom... E vou amar-te ainda mais, não sei se é possível, mas posso tentar.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

"Somos a memória que temos. Sem memória não saberíamos quem somos. Sou um bicho da terra como qualquer ser humano, com qualidades e defeitos, com erros e acertos, deixem-me ficar assim. Com a minha memória, essa que eu sou. Não quero esquecer nada."

José Saramago
Se pudesse ser, e não fosse pedir muito, gostava que não fizesses com que eu gostasse de ti para depois te ires embora. Obrigado.

Junho 2009

sábado, 19 de junho de 2010

Obrigada meu amor, obrigada por tudo.
Ao longo da vida, cruzamo-nos com tantas pessoas e todas elas diferentes entre si. Umas têm mais defeitos que qualidades e outras mais qualidades que defeitos, mas é assim que funciona e é assim a ordem natural das coisas que não podemos controlar. Apenas podemos desejar que algo mude, que algo volte, que algo dure e se mantenha; são simples vontades que podem ou não atingir o seu objectivo final, podem ou não atingir o seu oásis preferido. As diferentes pessoas também têm diferentes tipos de vontades e diferentes maneiras de satisfazer as mesmas. Há quem não olhe a meio para atingir os fins, passando por cima de uns e de outros. Por outro lado, há também aqueles que se tentam realizar não magoando ninguém. Felizmente que há muita gente a tentar ser assim.
Não é fácil tentar ser-se aquilo que não se é, mudar de um dia para o outro, esquecer o que antes foi o nosso passado e presente; esquecemos porque não queremos que se torne no futuro. E porquê? Porque foi mau, porque magoo, matou. São as principais razões para alguém esquecer coisas e pessoas que não foram propícias à manutenção de uma vida boa.
Também não podemos pedir que toda a gente seja ou tente ser como nós. Não podemos pedir que acreditem nos nossos ideais ou que partilhem os nossos ódios. Como referido anteriormente, não há pessoas iguais e ainda bem.
Por fim, há quem consiga preencher os rostos vizinhos de sorrisos, quem consegue fazer de uma noite escura e fria, um dia de sol do mais feliz que pode haver. São estas pessoas que queremos por perto todos os dias e todas as noites, sempre. São estas pessoas que nos fazem bem, que amamos, acima de tudo.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Por muitas portas e janelas que se fechem sei que a tua mão vai estar sempre na minha, dia e noite. És a minha vida. 

terça-feira, 15 de junho de 2010

É a magia com que me vens deixar a casa e me dás um beijo de despedida que me vai conseguir aguentar viva durante estes três dias longe de ti. Sinto-me culpada que assim seja, mas prometo-te, prometo-te mesmo que no fim-de-semana te podes vingar de mim, com todas as tuas forças. Tenho a certeza que vou adorar.

segunda-feira, 14 de junho de 2010




Vão dizer-te, muitas vezes, que isso vai lá com o tempo. Não vais acreditar em nenhuma delas. Vais encolher os ombros por dentro, com a certeza absoluta que ninguém te entende. Que ninguém consegue perceber em quantas tiras está o teu coração rasgado. Na tua cabeça, vais rever tudo. Todos os dias. O que disseste, o que calaste, o que devias ter dito, o que ainda esperas poder dizer, o que ainda esperas poder ouvir. E depois voltarás a ser a pessoa do coração às tiras. A chuva não ajuda. E sei que te sentes como o tempo lá fora. Aliás, têm-me faltado as palavras. Faltam-me sempre, nestas ocasiões. E é por isso que, quase sempre, fico calada. Porque já estive aí e sei que não há palavras milagrosas. Porque sei que cada vez que o telemóvel toca são segundos de esperança infundada. E, depois, desilusão. O pior de tudo é isso. A expectativa. Os dias a passar e não acontece nada. Porque é que não acontece nada? Como é que não acontece nada? As perguntas multiplicam-se e atropelam-se. Há sempre mais perguntas, só não há ninguém para lhes dar resposta. Sei que não te vai apetecer dizer nada. Como sei que te vai apetecer falar, falar, falar, até à exaustão, na tentativa de encontrar alguma explicação que te faça sentido. Sei que não vais querer parar um minuto, para não teres de pensar. (Gostava de não dizer que isto passa com o tempo. Por isso prefiro não dizer nada.)

Setembro 2009

domingo, 13 de junho de 2010

Nunca nada se comparou a isto. Só estou um bocadinho desiludida, mais nada. Já passa. 
3. Não são 3 anos, ainda; são só 3 meses. Para mim e tenho a certeza que para ti também não são só 3 meses. São 3 meses, é diferente, é melhor. São os nossos 3 meses, os que construímos todos os dias e todas as noites. É natural que nem sempre seja fácil - ontem, por exemplo, não foi nada fácil. Quando partilhamos a nossa vida com alguém nem sempre tudo corre de forma perfeita, da forma que nós queríamos. Só com amor, muito amor é que vamos conseguir ultrapassar todos os obstáculos que a vida nos reserva. Acredita que só quero que estes 3 meses se multipliquem em muitos mais. 

Amo-te.

sábado, 12 de junho de 2010

E repito: Não precisa mudar
Vou me adaptar ao seu jeito
Seus costumes, seus defeitos


Amo-te B.
Passam quinze minutos das duas da manhã e acabei de chegar. Foi tão estranho, tão novo para mim... pela negativa. Sinceramente, odiei ver-te assim e eu sem saber o que fazer, visto que nunca tinha passado por uma situação parecida. Nem sei bem explicar o que senti; as lágrimas caíam e eu sem conseguir segurá-las. Desculpa por isso. Senti-me muito triste contigo e principalmente comigo. Agora, neste preciso momento estou diferente. Sinto-me culpada. Recusei-te um beijo, mas acredita que não foi por vontade, foi porque achei que tinha que ser assim. Achei que merecias. Não sei se fiz bem se fiz mal, mas só me fez sentir pior e trouxe as lágrimas de volta. A seguir a ter tomado essa (estúpida) decisão percorri os poucos metros que faltavam para chegar a casa. Aparentemente podia parecer confiante, nem olhei para trás, mas acredita que interiormente pensei em voltar para o pé de ti pelo menos quatro vezes. Desculpa por isso também. E hoje é dia treze. Parabéns pelos três meses meu amor. Sabes que te amo muito. 
É assim que me sinto há quase 3 meses:
Não precisa mudar
Vou me adaptar ao seu jeito
Seus costumes, seus defeitos
Seu ciúme, suas caras
Pra que mudá-las?

Não precisa mudar
Vou saber fazer o seu jogo
Fazer tudo do seu gosto
Sem deixar nenhuma mágoa
Sem cobrar nada

Se eu sei que no final fica tudo bem
A gente se ajeita numa cama pequena
Te faço um poema e te cubro de amor

Então você adormece
Meu coração enobrece
E a gente sempre se esquece
De tudo o que passou


Ivete Sangalo
E esta estou a ouvi-la na rádio e gosto tanto também.
Hoje acordei e apeteceu-me ouvir isto. Adoro. 

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Será que o amor não tem em conta as acções do outro das quais não gostamos por aí além? Podemos dizer que o amor é entre pessoas e não entre gostos, mas sinceramente não concordo muito com isso. Na minha opinião quando duas pessoas se auto-intitulam namorados a tolerância terá que ser a palavra-chave de todos dos dias. No entanto, nem sempre é possível que tal aconteça. E é normal que assim seja visto que ninguém é perfeito e ninguém encaixa perfeitamente na personalidade do outro. Há excepções, por vezes meramente aparentes em que consideramos que duas pessoas foram feitas uma para a outra; qual é a parte real disto? Posso estar a ser muito pouco realista, mas, neste momento é como encaro a essência das relações entre pessoas. É um mundo bastante complexo, devo dizer. Mesmo assim, acho que quem gosta/ama alguém não tem que suportar tudo e mais alguma coisa por amor; deverá, se achar necessário expor as suas próprias ideias e argumentar. Se não for assim poderemos tomar uma relação como sinónimo de censura ou de prisão. As ideias, gostos e vontades pessoais, tal como o nome indica, são pessoais. Mas quem nos impede de partilhá-las com aqueles que amamos? Não é esta partilha que me intriga. É apenas um dos três possíveis resultados da mesma, o desacordo entre os dois. Mesmo com uma forte amizade e um grande amor como base, o confronto de ideias acontece e é saudável que assim seja. Sei que há zangas que duram para sempre e pergunto-me muitas vezes se foi o amor que se acabou ou se foi a teimosia que venceu? Será que actos estúpidos, pouco lógicos, recheados de teimosia podem acabar com um amor/amizade que foi construído/a meticulosamente? Espero sinceramente que não. 

(Tenho medo da primeira zanga.)

terça-feira, 8 de junho de 2010

É amor, não duvides porque eu também não. As provas são dadas todos os dias e por ambos. Sabes que nada me faz mais feliz do que ter-te comigo, dia após dia. Tudo aquilo que já vivemos nestes (quase) três meses serviu para nos provar que somos capazes de tudo, juntos. Muitos meses mais virão, tenho a certeza. Amo-te muito B.

domingo, 6 de junho de 2010

M: Gosto tanto de ver as estrelas, são tão bonitas.
B: És muito mais bonita.
...
B: So, so you think you can tell
Heaven from Hell
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

Did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold confort for change?
Did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?

How I wish
How I wish you were here
We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl
Year after year
Running over the same old ground
What have we found?
The same old fears
Wish you were here

M: Estou aqui e amo-te muito.
B: Amo-te.
A palavra perfeito tornou-se, para mim, sinónimo de tudo aquilo que és, de tudo aquilo em que te tornaste e de tudo aquilo que me fazes sentir todos os dias e todas as noites. Posso, para alguns, estar a ser exagerada, mas não, na minha opinião é mais que justo considerar-te único e meu. Esta última parte é nova para mim. Por vezes pergunto-me como é que eu te mereço, como? Não sei e tenho medo que um dia descubras uma resposta a esta pergunta; "mas não vamos pensar nisso agora, vá". 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Se eu um dia digo tudo aquilo que penso...
(não aviso cabeças)

domingo, 30 de maio de 2010

sábado, 29 de maio de 2010


Não há explicação. Nem sequer consigo encontrar palavras capazes de transmitir o quanto eu gosto de ti. É muito. Tornaste-te imprescindível e sem ti, eu já não seria eu. Seria qualquer coisa ainda pior. 
Amo-te muito B.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Por vezes sinto-te a fugir; não no sentido literal da palavra, mas num muito parecido. Parece que te afastas, talvez não de maneira intencional, mas eu sinto-te cada vez mais distante... Cá no fundo até sei que estás a brincar comigo, ou pura e simplesmente a ser normal e eu estou a fazer filmes. Se soubesses o que essas brincadeiras causam cá dentro... Cada vez que isto acontece a minha cabeça prepara a defesa, remete-se para um posição de espera, à espera do pior, à espera do não e das lágrimas... Como já aconteceu antes e para o qual não me preparei, visto que confiava cegamente num amor que não existia. Caí, redonda, no chão; e doeu tanto que ainda hoje tenho as cicatrizes das maiores feridas fiz, em mim. Tenho muito medo, B, muito. Não é falta de confiança em ti, é falta de confiança em mim e na minha capacidade de suportar mais uma investida mortal, daquelas em que a frase habitual é "não quero estragar a nossa amizade". Eu também não a quero estragar, só quero, com ela, preservar tudo o resto que até então construímos.
O que de melhor tenho.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

M: Não sejas totó
B: Se gostar de ti significa que sou totó entao eu sou o maior totó de sempre e nao me importo

Eu, nem tenho palavras, sinceramente... Vá, até tenho: sou a pessoa mais feliz do mundo, sou. Há quase dois meses e meio.

terça-feira, 25 de maio de 2010

B: Nao te preocupes
B: So quero é que estejas bem
M: Contigo estou

Estou a ficar viciada. E também gosto muito de ti.
Não querendo de maneira alguma fazer-me de vítima, tenho que assumir as verdades. Sou, pois, a pessoa mais complicada à face da Terra. Digo isto sem exageros. Confesso que sinto vergonha ao falar deste assunto, mas sinto ainda mais quando penso que existem pessoas que me conseguem aturar, do género de passarem horas comigo. É incrível. Admiro-as, mas tenho pena.

Espero que um dia consiga mudar (um bocado grande...).

domingo, 23 de maio de 2010

No espaço de dois meses passei a odiar os fins-de-semana que adorava; adorava ver filmes e ler e até gostava de fazer os trabalhos de casa e estudar; agora, são uma tortura...

sábado, 22 de maio de 2010

- "Estou a ouvir o teu coração!
- Estás?
- Estou."

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Desculpa. Sim, agora começo sempre por um desculpa. Desculpa por isso também, mas sinto que preciso de contar-te isto de outra maneira e, como sabemos, a minha maneira alternativa preferida é mesmo escrever. 
Durante o tempo em que "eu não fui eu" perdi muita coisa e ganhei também, algumas. É pena que a quantidade das perdas tenha sido maior que a dos ganhos, sinto-me culpada por isso, mas, como sabes também, a culpa não foi só minha. A verdade é que durante a árdua contagem dos meses fui-me perdendo aos poucos. Hoje, tenho a certeza que alguns estragos foram irreparáveis. Por exemplo, a confiança, a parte que mais te custa que eu não tenha em ti. Até parece que não tenho nenhuma; tenho, tenho muita. No entanto, tenho sempre tendência para ficar com um pé atrás em relação a assuntos sentimentais e do género. É muito difícil para mim ter incondicional confiança nesse tipo de afirmações, confesso e tu já sabias isto. 
Naquela altura mandei-me de mergulho, atirei-me pela montanha abaixo sem olhar para trás, sem sequer ouvir o que tinham para me dizer, fui em busca do que mais me fazia falta, do que era diferente para mim. E tudo se resumiu a uma queda preparada e planeada, mas não por mim; para mim. Quando penso muito nisso até me sinto usada, coisa que não fui, não fui. Quando toquei no fundo, senti que pelo caminho tinha deixado parte vitais, virtudes, mas também aprendi muita coisa. Lá está, aprendi a não confiar demais nas pessoas, por muito que me apetecesse ou por muita confiança que achasse que merecessem. Tudo isto está presente em mim, e só não quero passar pelo mesmo, só não quero voltar a cair e ter que me levantar mais uma vez. Isso não, por favor. 
Por outro lado, aquilo que vivo agora, nada, ou quase nada tem que o relacione com o anteriormente vivido. Estão à mesma distância a que está uma palavra de um livro, uma árvore de uma floresta. É igual.
Agora sou feliz. Naquela altura apenas conheci a felicidade, pedi-lhe o número mas ela nunca mais me ligou; agora resolveu voltar, e eu já não sei viver sem ela.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Tenho saudades de ter tempo para fazer tudo aquilo de que mais gosto; tenho saudades de tomar banho descansada, com calma e sem pressa das (carradas de) pseudo-coisas que tenho para fazer; sinto falta de estar sozinha, só comigo, a ler ou a escrever, mas ter tempo para mim.
É que isto assim não há vida que aguente.
E hoje estou revoltada.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Adoro!
Para a P:

Sabes, acho que a melhor forma de começar um relação - e por relação entenda-se todo o tipo de contacto entre duas pessoas, não quer dizer namoro e casamento - é mesmo apostar, inicialmente, numa amizade estruturada, forte em que ambos os lados tenham interesse em conhecer o outro. É na primeira fase que tem que existir um esforço de cada um para acompanhar a vida do outro, suportar, abraçar e dar a mão. Fazer o que um bom amigo faz, ou seja, estar disponível e fazer-te ter a certeza disso. Muitas vezes, as relações ficam-se por aqui e ficam muito bem; amizades verdadeiras é que se quer. 
No entanto, e é bom sinal que assim seja, as coisas evoluem, tornam-se diferentes, melhores - falo por experiência própria. Chegas ao ponto de pensar "e se ficar sem ele?"; já nem consegues imaginar a tua vida sem a pessoa que conheceste e a quem te habituaste. Quando se inserem no nosso quotidiano simples acções como um telefonema (gigante) antes de dormir ou uma troca de mensagens sobre o dia que passou, a ponte está lançada e a dependência veio para ficar. 
Se estás apaixonada? Bem, não sei, só tu o saberás. Se estiveres, fico feliz por ti e espero que tudo cresça com calma, porque são ambos muito boas pessoas; se não estiveres, ora, fica para a próxima, desde que não sofras nem faças sofrer, tudo bem.
A minha opinião é que é melhor começar por baixo e ir construindo devagar e acompanhada, bem acompanhada. As relações são feitas de etapas, e há quem tenha tendência para queimar algumas delas, talvez as mais importantes. E isso nunca acaba bem, como sabes.

Vou estar sempre aqui contigo (e com ele), espero que saibas isso (e ele também). Gosto muito de ti. 

segunda-feira, 17 de maio de 2010

De tudo o que tenho descoberto, tudo coisas boas, claro, a melhor é ter a certeza que vou ter alguém à minha espera. E isso vale por tudo. 

domingo, 16 de maio de 2010

(não) quero saber.
Desculpa. Desculpa-me por ser assim, parva e por te fazer a vida negra de vez em quando. Desculpa. Acredita que também sofro quando estou a fingir-me de zangada/amuada. Tenho o telemóvel a dez centímetros de distância mas sou teimosa ao ponto de não te dizer nada. Desculpa. 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

É incrível como cada vez gosto mais de ti. E agora estou a ouvir o teu respirar e as tuas histórias e o meu telemóvel nunca foi tão feliz... 
"Quando leres o que eu estou a escrever vais gostar bué..."
"Ai é? Está bem, logo já lá vou."
(...)
"Amo-te."
"Amo-te mais."

terça-feira, 11 de maio de 2010

Sou só eu que estou farta da escola? Sinto-me a absorver cada vez menos matéria e tenho cada vez menos vontade de me esforçar. A sério. O Verão ainda demora muito?

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Acho que o Benfica é mesmo o melhor clube de Portugal, a sério. E digo isto não por ser adepta do mesmo mas porque é a verdade evidente. Quando o Sporting foi campeão não vi nada deste tipo de festa e amor ao clube. Hoje ele era cachecóis na escola e nas salas de aula e em todo o lado, e era vozes roucas de tanto gritar e comentários. É bonito de se ver, sinto mesmo orgulho em ser do Benfica há praí catorze anos (antes ainda não pensava).  Tenho pena que os outros adeptos dos outros clubes não saibam o que é uma festa que dura mais de 24 horas; não contando há quantos dias é que eu andava a festejar.
É bem e somos grandes!

Jesus: "Eu tinha um feeling..." Epá eu também, a sério. 

domingo, 9 de maio de 2010

We are the CHAMPIONS of the world!
Tenho uma coisa para te contar B...

Amo-te, és parte de mim agora que estás a dormir, e quando acordares e todos os dias (até quereres); e quando ontem te disse que já não conseguia imaginar uma festa sem ti, foi verdade, foi uma grande verdade. Não sei como, mas tens a capacidade de me ouvir, de me secar as lágrimas pelo telemóvel, de me dar atenção, de ser tudo aquilo de que eu preciso. Acho que não há melhor forma de agradecer do que amar-te incondicionalmente e de ter saudades tuas quando ainda estou contigo, abraçada a ti. 
Ambos sabemos porque é que quinta-feira é feriado. 

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Acho que o ser humano tem uma tendência natural para contrariar o que está a sentir. Quando está realmente feliz relembra muitas vezes os momentos em que estava mal, em baixo, e vice-versa. Nas alturas tristes da vida, passam-nos pela cabeça milhões de imagens de pessoas felizes, imagens essas que naquele momento não conseguimos concretizar. Não percebo o porquê deste facto, mas também me acontece.
Lembro-me muitas vezes dos meses em que não me conhecia, em que tentava ser quem não era para voltar a ter quem queria. Hoje sei que foi uma parvoíce. É bem melhor quando alguém gosta de mim como eu sou, sem tirar nem pôr. Isso sim é gratificante. Mas naquela altura eu não pensava assim, achava que só eu tinha o dever de mudar, de me adaptar às vontades de alguém. E adaptei, em alguns aspectos cheguei a conseguir, cheguei a impor a mim própria as rotinas e frases habituais que ele gostava de ouvir. Tudo isto não quer dizer que andei um Verão inteiro a implorar que ele voltasse, que nós voltássemos, não. Nunca fiz isso. Apenas gostava de estar onde ele estava, gostava de falar com ele, de vê-lo. Foi uma fase tão triste da minha vida, sinceramente. Só ele importava e esqueci-me de mim própria. Foram meses de grande mudança na minha personalidade, na minha maneira de ser. Ainda hoje sinto essas mudanças a florescerem em mim. Mas, felizmente, já nada é como era. Tudo o que eu sentia a mais por ele desapareceu e agora somos só amigos. Orgulho-me que tudo tenha acabado assim, mesmo que só tenha acontecido muitos meses depois do final propriamente dito. 
E agora? Agora é tudo diferente. Agora sou muito feliz. Tenho quem gosto do meu lado e espero que este Verão compense o do ano passado, sinceramente. De certeza que sim. Eu prometi e o B também.
A sexta-feira é mesmo o melhor dia da semana. Quem me dera que fossem todos todos assim. 
Compromisso -  subst. m. obrigação, acordo.
Como é que características tão rígidas como estas podem ser associadas a relações entre as pessoas, amor e amizade? Não percebo. Quando se ama verdadeiramente alguém não há dúvidas sobre o que se quer, não há sequer a necessidade de "tornar a coisa séria". Tudo vai por si só e amar é isso mesmo. O amor não devia ter regras, ou pelo menos não se deviam equiparar às regras de um simples jogo onde se ganha ou perde; no amor só se ganha. É como ler um livro. A bem ou a mal vamos sempre aprender alguma coisa. No amor é assim também; mesmo que tudo acabe mal, há lições que daí vamos tirar, para que os erros não se repitam. 
Faz parte, e é normal que assim seja. Tudo evolui, mas quando se diz que se gosta é porque existe vontade de dar continuidade a um sentimento, e não deixá-lo durar só uma noite ou uma semana. Isso não é gostar, é só achar piada. 

terça-feira, 4 de maio de 2010


Anda a fazer-me bem ouvir isto. Gosto muito.
Ando sob pressão, muita pressão. E não vejo a hora disto acabar, sinceramente. Faz parte.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

E quando não há nada a dizer? Quando a linguagem passou de palavras para gestos e emoções e arrepios pelas costas acima? Que é suposto fazer? Não sei. Não sou experiente e admito que nunca tinha passado por isto, não desta maneira (perfeita). Sinto-me perdida e sem saber o que fazer, muitas vezes; mais do que aquelas que gostaria. Mas é bom, no fundo é bom. O desconhecido é bom quando nos podemos gabar de ter alguém por perto, de mão dada connosco que nos mostra o caminho e a certa altura nos diz: "Olha, olha aquela estrela tão bonita. Não te ganha, mas temos que admitir que é bonita." O negro da noite sofre uma mudança paralela àquela que acontece interiormente, no coração, e ambos se enchem de luz, como se o dia fosse nascer da noite e o amor do peito. Por vezes, a mão que nos conduz prefere segurar-nos pelos ombros; talvez para não cairmos ou para não nos esquecermos da sua presença no palco da nossa vida. Sim, porque agora, faz parte. Apesar de ter a certeza que tenho os pés na Terra e que os meus dias fazem parte da realidade, não consigo sequer completar a ideia de que sou a mesma que há uns meses não se conhecia, que punha em causa tudo o que era (e é) por causa de sentimentos (e pessoas). Não. Agora é bem melhor. Sou quem sou e sinto que é assim que faço cá falta; arrisco a dizer que não podia ser de outra maneira. 
"O voo. A primeira vez em que se é realmente feliz."
Então sinto-me a voar; há um mês e meio.

domingo, 2 de maio de 2010

Não tenho medo, desta vez não. Pode ser considerada a primeira vez, em muitas aspectos, sim, em quase todos. Estou a gostar da experiência, sou até capaz de afirmar que ficava assim para sempre. A segurança e a certeza quase total é muito daquilo com o que eu costumo sonhar. Como se fossem bens de primeira necessidade, e para mim até o são. E finalmente posso dizer que os tenho, também
E viva à Fiape!

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Está-se a tornar num hábito começar com uma citação - pelo menos é um bom hábito, digo eu.
Então vá: "Será que ele não dava por aquela corrente eléctrica que se espalhava pelo meu corpo, como se o sangue estivesse condimentado por adrenalina?" É que é verdade. O totó nem se apercebe que cada vez que me dá a mão ou me toca o meu coração dá início à mini-maratona; corre que nem um doido neste pequeno espaço, cheio, e eu que o aguente. Adoro. Sim, adoro sentir isto; a minha temperatura a subir de maneira inconcebível. Pergunto-me todos os dias, como é que é possível? Qual é a magia que usas para me manteres presa a ti? Porque é que cheiras tão bem e me fazes gostar cada dia mais de ti e dos teus braços? Devia ser proibido, a sério. Qualquer dia já me posso considerar uma toxicodependente daquelas que pronto, coitadas, já não há nada a fazer, só dar-lhes o que elas querem, para que morram felizes. Foi uma comparação estranha, mas os sintomas são reais e falo na primeira pessoa. Já tenho saudades de quando me dizes "Amo-te" ao ouvido, de cinco em cinco minutos.
"O registo mudou, mas continua bom na mesma." Hum, que o registo mudou também concordo e fico muito feliz e agradecida por isso; já enjoavam as frases sobre abandono e lágrimas - assim é bem melhor. Quanto à parte de continuar bom surge-me uma pergunta: como é que pode continuar bom se nunca o foi? Vá, força P., estou à espera de uma resposta. Ah, sim, não é fácil. 

quarta-feira, 28 de abril de 2010

" - Ultimamente andas muito simpática e com um grande sorriso. Que se passa que eu ainda não sei?

- Nada mãe, nada." Ou tudo

terça-feira, 27 de abril de 2010

Sinceramente, sou estranha; choro quando não devo; e obrigo pobres inocentes a ouvirem as minhas parvoíces. É que sou mesmo a pessoa mais egoísta que conheço à face da Terra. Às vezes acho que tenho problemas, mas depois, vendo bem as coisas, não são problemas. Não são nada, merecem zero de atenção e zero de preocupação. Nem sequer devia pensar nisso, muito menos escrever sobre isso. 
É triste, mas tem sido uma má semana e eu já nem sei que fazer. Quer dizer, sei. É do género: telemóvel, lista telefónica, B, muito amor e carinho, e em dois minutos substituo as lágrimas por um sorriso.
Sou a maior sortuda do mundo e nem dou valor... Tchi  

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A vida corre-me bem, sim, posso dizer que sim. Ou não. É melhor que isso, muito melhor. Apesar de ser a pior pessoa do mundo em vários níveis, orgulho-me de ser egoísta ao ponto de ser feliz e de tentar fazer-me mais feliz e mais feliz ainda. E como se isto não bastasse, tento atingir níveis de egoísmo mais elevados e faço com que gostem de mim e me dêem muitos beijinhos. Ai, que vou para o inferno. Mas é tão bom. 

E ganhei no ténis João, não há discussão! I love you. 

domingo, 25 de abril de 2010

Sou a pessoa mais feliz do mundo, fora de casa; dentro de casa a história muda, tipo inverte-se. Quando está na hora de vir para casa, de voltar para o mundo menos fixe, pronto, não consigo. Parece que uma força se apodera de mim, das minhas pernas e não me deixa vir. Uma força que quer que eu seja muito feliz.

Sei que já não tenho crédito nenhum para fazer promessas, mas vou fazer só mais uma. Aqui vai: um dia, um dia em que esteja sol, vou fazer uma placagem. Vou!

sábado, 24 de abril de 2010

Ando a escrever cada vez menos. 
(Se calhar até ando rebelde...) Não, não sou rebelde. Só não escrevo porque não quero e porque tenho dias em que me faltam assuntos dignos de ser escritos no meu pseudo-diário. É só isso, mais nada. Entendidos?
Não consegui cumprir a promessa referida anteriormente por dois motivos; primeiro porque precisava urgentemente de tomar banho e porque ia ter ensaio; e quando cheguei do dito ensaio estava um bocado morta, mental e fisicamente, digamos. Está então justificada a falta de ontem. 
Bem, quanto ao livro, foi o melhor. Adorei. Claro que esperava outro desfecho, outras revelações, mas enfim, gostei bastante. E vou voltar a lê-lo, talvez no verão, não sei.
Hoje estou estranha, não me sinto eu e nem sei se isso é possível no mundo real ao qual pertencemos. Mas é a sério. Estou mole, no sentido literal da palavra. E não me apetece mudar. Em vez de ter acordado cedo, devia ter ficado na cama e depois experimentar o sofá e ver séries até ter fome, e depois comia e voltava ao mesmo. Perfect. Mas não pode ser. Ai, é pena. 
Hoje estou cheia de assuntos diferentes, atenção (nenhum verdadeiramente interessante, mas vá). Agora já não é bem um assunto, é mais uma pergunta. Ando rebelde? Já me disseram isto vezes sem conta, mas eu só sinto que estou a crescer, a deixar de ser a Margarida aborrecida de há 16 anos. Não me quero perder, mas quero ser arriscada (o suficiente), coerente, adolescente, quero viver o que há para viver. Isto é ser rebelde? Não. É ser diferente do que eu tenho sido até agora. Mas nem é uma diferença assim tão grande, a sério. Só sinto que agora tem que ser assim. Quando uma pessoa é tão certinha que cumpre as regras afincadamente torna-se previsível e eu não gosto disso, aliás odeio de morte. Não gosto que saibam o que eu estou a pensar, muito menos que antecipem as minhas acções ou frases. Para me irritares, já sabes. Não sou rebelde!, e ponto final. 
Estou a ficar com sono e o meu pijama tem saudades minhas, ah, sim? A minha cama também. Acabou de me chamar agora mesmo. (Eu sei que não tenho graça, mas os desabafos são assim mesmo.)
Obrigada pelos 15 minutos de hoje B, e desculpa ser como sou. 

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Faltam-me pouco menos de cem páginas para acabar um grande livro que promete um grande e revelador final que vai responder a todos os meus pontos de interrogação. Fiz uma pausa na intensiva leitura para lanchar e para poupar os meus olhinhos, coitadinhos. É incrível como não estou com dor de cabeça depois da maratona de quatro horas que já levo. Não é estranho o facto de ler muito, é apenas estranho que o meu corpo (ainda) não se tenha ressentido disso. Gosto, gosto muito. É das melhores coisas do mundo. E com livros assim, uish. Não "comia" livros desde o verão, é verdade. Já tinha saudades; passar páginas, o cheiro de um novo capítulo cheio de parágrafos e histórias que a pouco e pouco nos deixam conhecer o todo. Adoro. 
Estou aqui de contra vontade, a sério. Vou acabá-lo hoje. E quando acabar volto aqui, prometo. 

quinta-feira, 22 de abril de 2010

À bocado, eram 14h35 e estava eu no carro, a fazer a habitual viagem para escola, quando a minha cabeça voou para cinco anos antes. Estava eu no quinto ano. Desde essa altura perdi e ganhei. Perdi muitas amizades, outras apenas de tornaram menos importantes. Mas a tua ficou. Tu foste ficando sempre na minha turma, até este ano, décimo ano. Devido a escolhas e ambições diferentes, ficaste noutra turma. Nada que impedisse a nossa amizade, e não impediu, a principio. O afastamento foi gradual, mas por vezes era reacendido por conversas no messenger, mensagens. Coisas banais. Por vezes até me perguntavas o que tinha saído no teste de matemática. Falávamos pouco, mas falávamos. E eu gostava muito. Sim, tudo se resume a isso: eu gosto muito de ti, e sinto a tua falta. Sinto a falta do teu simples "olá". Agora quando passas por mim mal olhas, ou então emanas revolta, zanga. E isso assusta-me. Tenho saudades do teu antigo eu, a sério que tenho. Cheguei a chamar-te melhor amigo, chegámos a partilhar mais que uma amizade, lembras-te? Está agora a fazer cinco anos.
Tens o meu nome preferido e gostava de voltar a vê-lo na caixa de entrada do meu telemóvel, a sério que gostava. 
Até que ponto é que nos podemos considerar verdadeiramente livres? Qual é o limite concreto entre acções pensadas e acções sentidas, precedidas de sensações que nos impelem num sentido e não noutro? Penso muitas vezes se será possível reflectir sobre sentimentos antes de agirmos consoante a norma. Cheguei à conclusão que não, ou se for possível, é raramente. Após um facto que desperta em nós determinada sensação é quase impossível controlá-la, impedi-la de se expor. Às vezes tenho medo disso, muito medo. Medo de não conseguir aguentar determinada sensação e ser impelida a expor-me perante tudo e todos, seja a bem ou a mal. É timidez, e é medo. O Verão está a chegar e eu tenho medo que seja reflexo do Verão passado, que foi horrível, interiormente foi. Eu bem fingi que estava bem, mas não estava. Agora estou e só quero que isto tudo dure e dure... É tão bom

quarta-feira, 21 de abril de 2010

É difícil, por vezes, conter um "para sempre" que teima em sair. No entanto, tendo em conta a experiência que a vida já me possibilitou, nunca é para sempre, ou quase nunca. Por muito feliz que esteja agora, por muito estável que tudo me pareça, não gosto de dizer que é "para sempre". É estar a desafiar o futuro. Não sei como vai ser o dia de amanhã - só faço uma pequena ideia, não posso ter certezas, - quanto mais como vai ser o resto da minha vida. É apenas por esta simples razão que nunca te disse que isto vai ser "para sempre".

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Ai, e com todo o respeito à professora de Biologia e ao motivo que a fez faltar, as tardes de segunda (e a outras todas) deviam ser sempre assim. 
Demos a volta ao azar (13) e agora somos os mais felizes do mundo. 
Hoje, devido a essa tamanha felicidade que me corre nas veias há já um mês e uns dias cheguei a um cesto de basket. Sim, eu. Tenho 1,65 obrigada. Sou muita fixe (e parva). E feliz, muito feliz. 

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Às vezes pergunto-me como foi possível deixar que isto acontecesse (outra vez)? Eu tinha prometido, com a mão direita, prometi, sem figas e prometi. E falhei. Falhei tão redondamente que até me atrapalho com a minha falta de participação nas promessas pessoais. Não, não estou arrependida. Desta vez até me lembro de todos os detalhes. Lembro-me do precipício, da queda e da vontade que tinha e tenho de não sair magoada de tudo isto. É o que eu (te) peço. Não me deixes despentear ou cair ou produzir uma lágrima que seja. Por favor.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Adoro os meus dias, adoro. E hoje é dia 13.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ando há quase quinze dias sem escrever uma letra que seja aqui, no meu cantinho. É triste, sim, e confesso que já tinha saudades e que estava a precisar. Não que alguma coisa tenha corrida mal ultimamente ou que esteja menos bem, não, felizmente não. Está tudo tão tão bem, é incrível. Sou a pessoa mais feliz do mundo, sou mesmo. E espero continuar a ser por muito tempo.

I ♥ B

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A física ainda não foi hoje. É bem.
Sim, também reparei nisso: não falei sobre como correu o dia dos anos. Vou só dizer que foi o melhor até agora
Pela primeira vez na minha vida ando a ler dois livros ao mesmo tempo. Por acaso o assunto base é o mesmo - a Igreja e Deus -, mas os pontos de vista dos autores e das personagens envolvidas nas histórias são bastante diferentes. Estou a adorar tantos os Anjos e Demónios, do Dan Brown, como A Cabana, de WM. Paul Young. 
Bem, e para além desta dupla tarefa, tenho as minhas cordas à espera de serem usadas para produzir lindas melodias (daqui a 10 anos, vá) e os problemas de física à espera de soluções (tem que ser hoje, ou amanhã, no máximo, antes que a minha sanidade mental chegue ao estado líquido e escorregue por mim a abaixo, deixando-me ainda mais parva). 
E é só. E já tenho 16 anos e não a mentir.
Já agora, feliz dia das mentiras. 

quarta-feira, 31 de março de 2010

E sinto-me igual. Mesmo com mais um ano.

terça-feira, 30 de março de 2010

A aproximação foi rápida, relativamente rápida, comparada com a de outros e outras. Bem, mas claro que existiam casos em que este género de acontecimentos ocorria no fim-de-semana a seguir à quinta-feira em que se haviam conhecido. É bem verdade que a sociedade de hoje em dia já não encaixa nos ideais modelo pensados e propostos há séculos atrás. Nem em metade. Já tudo é diferente, incluindo o amor. Para onde foram as cartas de amor, as serenatas, os beijos na cara que faziam um coração disparar? Onde estão as tardes ao sol a conversar e a comparar gostos e interesses? Onde estão os meses necessários para que alguém fique perfeitamente consciente do que quer e de quem quer? Porque se perdeu tudo isto? Porque é que agora se experimenta e se deita fora e se torna a experimentar? Tornámo-nos embalagens reutilizáveis? Qual o porquê de todas estas mudanças? O amor não é igual? Não é o mesmo? Não vem do mesmo sítio?
Bem, sinceramente, penso que nada disto é bom. Nada do que se perdeu é prescindível e daqui a uns tempos, senão já, a sua falta fazer-se-á notar em todas as relações que serão (quase) digitais e que conseguirão sobreviver através de um meio qualquer de comunicação. É triste que assim seja, mas eu continuo a achar indispensável um bom abraço e manter a mão aconchegada nas de quem mais gosto

segunda-feira, 29 de março de 2010

I love you, mesmo quando temos discussões via telemóvel; mesmo quando eu estou aqui, a escrever, e tu não acreditas; mesmo quando me deixo dormir e ficas a falar sozinho; mesmo aconteça o que acontecer, sei que estás aí e sei que sabes que estou aqui. Obrigada.

2 semanas.

domingo, 28 de março de 2010

O tempo passa, todos os dias e todas as semanas - e é tão bom.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Uma pessoa quando tem um sorriso colado na cara e sente os motivos que lhe estão por detrás renovados dia-a-dia, não consegue ficar triste. O mais próximo deste sentimento a que consegui chegar hoje foi mesmo ficar numa pilha de nervos por causa do teste de matemática. Não quero falar disso, porque apesar de ter conseguido ficar com a mesmo nota de período, o teste foi uma porcaria. Mas vá, pronto.
Devido a esta felicidade explosiva que me faz rir compulsivamente minutos a fio, durante um telefonema, sou alvo de preocupação. É que a minha barriga ainda se está a queixar. Ri tanto, ai.

Obrigada, só isto. B ♥

(a chuva voltou, e o preto e branco também. estou revoltada com isso!)

quarta-feira, 24 de março de 2010

A sério, não sei o que se passa, quer dizer, até sei. Há dias que não escrevo... Incrivel. Aí há umas semanas achava que isto seria impossível de acontecer, pelo menos comigo. Mas aconteceu e (vá, vou-me gabar) os motivos são os melhores do mundo. Uma pessoa quando anda contente anda e pronto, grita, ri e mostra todos os dentes que tem na boca, até os que ainda estão para vir. O meu humor anda assim, nas nuvens, e levou-me com ele. A sério, isto sabe bem.
Sinto a falta daquela adrenalina e daquela coisa estranha e incomodativa que se sente quando se acorda e não se tem a certeza do que irá acontecer no dia que nasceu. Só isto. Mas são saudades falsas, penso. Sinceramente, sempre fui mais adepta desta calma e estabilidade que ultimamente me têm proporcionado. É o contrário do descrito acima. Uma pessoa deita-se bem e acorda bem e tem noites em que não dorme mas não é isso que a perturba. Acredito que a falta de sono se deve ao coração cheio, à cabeça ocupada a rever e a analisar todos os sentimentos que a fizeram parar por uns momentos. Quando uma pessoa se entrega às emoções, os neurónios abrandam a corrida e param mais vezes nas boxes, é.
Gosto de descobrir os meus limites e gosto de ti. Faz-me tão bem ter a certeza de que estarás lá para mim, todos os dias. É das melhores sensações que se pode ter. Eu sinto isto e tu dás-me, todos os dias, provas que sentes o mesmo. Era disto que eu precisava, de alguém assim. Continuo a achar que mereces melhor que eu, mas vou tentar dar o meu melhor - vou dar-te tudo.

Vá, e a escola está boa e quase a acabar. Eu estou quase a fazer anos e vou subir a minha média de porcaria, praí 0,5 - espero.
Vou dedicar-me à televisão e vou ler. Apetece-me, e hoje faço o que eu quiser!

segunda-feira, 22 de março de 2010

E como já está Sol, as imagens vão passar a ser a cores. Nice e qualquer dia é Verão!

A vida é tão bonita e tendo como cenário a Primavera, ai... Gosto tanto... Estou apaixonada, eu?! Ai, não, claro que não.
(Vá, um bocadinho.)

sexta-feira, 19 de março de 2010

Ai vida vida, obrigada por me fazeres feliz e por não me dares motivos para escrever. Encaro isso como uma dávida. E continuo na minha jornada em busca de novos temas que me possibilitem a construção de frases mais ou menos inteligentes, e não peço mais. Ando muito caridosa e solidária. É não é?

terça-feira, 16 de março de 2010

Não aprendi a relatar acontecimentos de pura alegria e felicidade, daquela que irradia por todo o lado e se reflecte e refracta sucessivamente. Sinceramente, treinei a minha escrita sempre no sentido negativo da coisa, sempre preocupada em deixar bem explícito o que se passava dentro de mim - de mau. Agora que estou tão bem acompanhada, tão mimada, tão feliz, não sei como relatar isso sem ser pelo uso de palavras e expressões já gastas e que são apelidadas de lamechiches. Eu não acho que o sejam, no entanto, quero descrever os meus sentimentos da maneira mais verdadeira, de modo a que ao reler sinta ainda mais o que já sinto, e adoro sentir. Confesso que ainda estou à espera, e a testar tudo isto... Não é medo, é só falta de vontade de sair magoada mais um vez.

É das melhores coisas do mundo ler/ouvir-te dizer o quanto me adoras. E és (quase) perfeito.

domingo, 14 de março de 2010

Tenho tanto para escrever, mas nem sei por onde começar por isso hoje ficamos assim: a minha vida está a voltar aos eixos e felizmente tive ajuda, uma boa ajuda.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Recentemente fiz uma descoberta sobre mim própria, afinal, o crescimento é isto mesmo, e fiquei surpreendida. Descobri ou dei conta que estou sempre a fazer ameaças. Durante uma simples conversa, tento empregar as palavras de maneira mais agressiva, umas quatro ou cinco vezes. Claro que não sou uma insensível, psicopata que ameaço aqueles com quem falo de morte. Acho que foi a maneira que encontrei para mostrar que já não sou tão sensível como era, que aprendi a arranjar força e, é isso...
Hoje é sexta feira. Costumava gostar das sextas porque tinha as minhas disciplinas preferidas, quer dizer, tinha e tenho. Apesar de agora ser física em vez de química, pronto, de resto é o que eu gosto, português e filosofia. Gosto e a minha opinião vai contra as restantes 22 opiniões da minha turma, tudo bem. Mas eu gosto. E porque é que já não gostas? Bom, é basicamente porque há uns tempos ficava felicíssima por ser sexta-feira e ter ensaio e blá blá M.; hoje, como o vi na quarta, ainda me sinto cheia, não quero vê-lo, não me apetece. Estou a ser sincera, não me apetece tê-lo ao pé de mim, pronto. Não estou doente nem nada, apenas estou a tentar ter um fim-de-semana normal sem me deitar a pensar que lhe devia ter dito isto ou aquilo e devia ter-me calado e, etc... Estou farta. Quantos sábados e domingos já tive eu assim? Muitos. Não queremos cá mais replays. Agora estou numa de auto-preservação e mereço respeito. Afinal, de hoje a oito dias celebramos o nosso nono mês de afastamento e agora começo a perceber o quão melhor isto foi à tua maneira.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Prometo solenemente não falar da escola hoje.
Gosto de dizer que tenho saudades e também gosto que me digam que o sentimento é mútuo. Sabe bem. Sabe bem quando sabemos que o sentimento mútuo descrito acima tem uma parte verdadeira, pelo menos a parte das saudades. Eu gosto de ter saudades porque sei que a seguir, quando as matar (coitadas), compensará tudo, tudo aquilo pelo qual posso ter passado.
Gosto de suavizar ou apagar as saudades com um abraço; e gosto que esse abraço traga a família e os amigos; gosto quanto trazem os animais de estimação, os beijinhos.
Confesso, que uma boa dose me alimenta durante um dia inteiro. Ah, sou exigente, pois. Estou habituada ao melhor.

quarta-feira, 10 de março de 2010

E o dito Teste Intermédio está feito, graças a Deus. "Como te correu?", foi a pergunta do dia. "Ora, foi mais ou menos bem." e esta foi a minha resposta a todas e quaisquer perguntas relacionadas com o tema acima mencionado que eu tenciono esquecer. Agora falando a sério, até que nem me correu mal e já andei a ver os critérios e a fazer contas. Não quero lançar números ao ar, mas estou com boas expectativas e pronto. Não quero agoirar. Descobri que a pergunta que quase punha as mãos no fogo de como a tinha totalmente certa, só vou ter direito a parte da cotação; a pergunta que jurava a pés juntos que tinha mal, tenho a cotação toda. Sou muita fixe e a partir de hoje, está decidido, não acredito mais em mim (ou nas primeiras impressões, também pode ser). Amanhã é quinta, ou seja o pior dia da semana, a seguir à segunda e é suposto irmos fazer tanto em física como em biologia, umas "actividades experimentais". Bom, uma pessoa pensa logo "yupiii aula sem matéria". Ora que nos enganamos redondamente: estas tretas destas pseudo-actividades saem na porcaria dos Testes Intermédios e dos Exames. Mas que raio?! É que mau Maria.

Hoje, (em principio) vou experimentar uma coisa nova, quer dizer, vou só assistir e depois logo vejo se, além de estudar páginas e páginas, me dedico às cordas. Logo mais conto como correu.

terça-feira, 9 de março de 2010

Uma pessoa (normal) quando tem um Teste Intermédio no dia a seguir ao que está a escrever, ou seja amanhã, o que é que deve fazer? Como é que se deve comportar? Devo estar preocupada, com medo ou confiante e segura? Não sei. Não tenho vontade de ir estudar (mais). Apetece-me escrever e tenho pena de quem tenha deixado tudo para estudar hoje; é que ainda são quase 300 páginas amiguinhos. 
E se sair uma pergunta com uma cotação choruda exactamente sobre o tema em que me atrapalho mais? E se saírem muitas escolhas múltiplas, vulgo rasteiras à descarada, que me façam tropeçar e "partir" o meu pequeno e frágil 17? Ai, ai. 
Aqui onde ninguém me ouve, acho que seria muito produtivo se disponibilizassem o testezinho, ou só as perguntas com maior cotação, durante meia hora (dez minutos acho que chegavam) no site, para o pessoal se preparar ainda melhor.
Derreti e estou a sonhar (infelizmente).

Só um aparte. Hoje aprendi o significado de uma palavra que já dizia há anos mas que nunca tinha feito aquele clic de compreensão que eu tanto adoro. Sinto-me realizada.
Ah e  adoro quando (quase) me desligam o telemóvel na cara. Sabe mesmo bem...

E a privacidade e pouca publicidade a este sítio que eu sempre adorei? Onde está? Volta, sff.

(Há assuntos que são só meus e do meu blog. Fácil.)

domingo, 7 de março de 2010

Não tenho assunto. Tenho estudado (e devia estudar mais) e tenho pensado no artigo que tenho que escrever para o jornal. Ai, odeio prazos. E vão 9 (são só 261 dias, 6 264 horas, 375 840 minutos e 22 550 400 segundos.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Os dias até têm sido estranhamente normais e bons, sim bons. Uma pessoa, mesmo que muito magoada consegue arranjar força, por vezes, nos locais menos prováveis. Há amizades que se criam, fortes amizades, à custa desta constante busca de força, de felicidade, de sorrisos e abraços. A minha Laurinha sabe disso muito bem e também sabe que eu estou a começar a gostar muito dela, muito. O Mundo não pára mesmo quando o nosso sistema aberto se desmembra por completo e nos deixa a pairar no meio do nada, no meio do tudo, das memórias do antes e das perguntas do futuro.
"Ainda continuas a querer voltar?" Claro. Por muito auto-controlo e capacidade de elasticidade que tenho agora e que vou continuar a construir, vou querer sempre regressar ao meu lugar, ao lugar onde fui feliz.
É um bocado o tempo psicológico, a que eu me refiro (matéria que sai amanhã no teste de Português e está na hora das revisões, yuuupiiii) na maioria dos casos. Gostava de saber o que sentes, depois de tanto tempo, depois de tanta coisa, depois de outras. Às vezes penso nisso, não devia, mas penso.

E a forma do meu coração adequa-se perfeitamente a este tipo de vida, a este tipo de contacto com aqueles de quem gosto e por quem me interesso. Sabe bem sentir, que do outro lado da invisível ligação entre os nossos telemóveis existe alguém que está tão interessado na conversa como eu. Até as aulas de física (a pior disciplina de todo o Universo) conseguem ser mais produtivas depois de uma chamada para um número de marcação rápida.
Ai, é tão bom...

"I want you so bad, it's my only wish"

quarta-feira, 3 de março de 2010

Ninguém (normal) disse que ia ser fácil. E àqueles (anormais) que o disseram, as minhas mais sinceras desculpas porque não acreditei numa palavra. Só o tempo me poderá deixar decidir o que fazer, se eu o deixar. Não tenho muita vontade disso, porque até estou bem assim, como estou, hoje. Estou a ser sincera.
Já disse que a amizade é das coisas mais bonitas do mundo? É verdade, é mesmo. E eu adoro poder dizer isto, adoro.
Sinto-me (parcialmente) feliz.

terça-feira, 2 de março de 2010

É verdadeiramente bom quando sei quem tenho do meu lado incondicionalmente, dá-me calma e capacidade de raciocínio cuidado, faz-me pesar prós e contras e ter força para lutar pela felicidade, mesmo que essa seja incompleta e falte quem melhor a sabe desenhar em mim. Não é que eu não queira arranjar outro assunto para escrever sobre, eu querer até quero, só não sou capaz. E isso não é bom, não pelo assunto em si, mas sim pela própria incapacidade para realizar o que quer que seja. Como posso eu, andar para a frente deixando para trás nove meses, se quando pego numa caneta para escrever só me ocorrem sentimentos originários desse tempo, dessa vida? A opção a) é mesmo deixar de escrever e a b) normalizar a situação e escrever sobre memórias, não sobre o presente. Ora obrigada e a opção c)? A c) não existe, ou então é má demais para ser escrita aqui.
"Mas estás bem não estás? Ultimamente tens me parecido bem e andas contente." E ando. Só não há razão definida. É como se tivesse tomado algum tipo de estimulante que mantivesse o meu sorriso activo durante x tempo, durante o tempo em que estou exposta a avaliações externas. Actua o suficiente para que no registo visual de outrem fique registado o meu bom humor.
(Foi um aceno e o meu coração sorriu, uma tarde inteira. É que isto era mesmo desnecessário, mas gosto de ser fiel a mim própria, acima de tudo.)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Ai que foi mesmo dos melhores filmes de sempre! Fiquei rendida e colada à cadeira durante as 3horas quase sem pestanejar. Estou muito funny hoje, é verdade. Acho que a Humanidade está a destruir a Terra e a realização deste filme focou isso bastante bem. Apesar de ter a certeza que isto não será nem de longe nem de perto suficiente para alterar as mentalidades, penso que todas as iniciativas ambientalistas são bem-vindas - e isto é só a minha opinião (pobre coitada!). Se não sujo a minha casa porque hei-de sujar a casa de todos?
Bom, mas adiante. A vida de estudante é puxada mas também tem coisas tão boas! Hoje de manhã não tive duas das três aulas que era suposto ter. Tão bom! Foi pena ter-me levantado cedo e ter ido para a escola, mas é sempre bom estar com o pessoal sem ser dentro de salas de aula.
Durante certas e determinadas conversas entre pessoas que já sofreram assim grandes desgostos (não gosto da palavra desgosto, porque sofremos por gosto e por gostar) de amor, há sempre tendência para se pedir opinião disto e daquilo, do que é que eu faço a seguir, o que é que achas que é melhor. Sinceramente, não acho nada produtivo este tipo de perguntas ou conversas, porque há respostas que só poderemos encontrar dentro de nós ou ao ouvirmos a opinião da pessoa que amamos - e repito-me, isto é só a minha triste opinião. Sei que há, de certeza, quem concorde e quem discorde.
Voltando ao assunto: o que uma determinada pessoa viveu com outra determinada pessoa é a coisa mais pessoal que pode haver, excepto talvez o nosso DNA (que agora já sei escrever e pronunciar: acido desoxirribonucleico, ah pois é). As opiniões de terceiros, por muito nossos amigos que sejam não são as que nos fazem falta e às vezes são só o que queremos ouvir e que nem sentido faz. Isto das relações inter-pessoais tem muito que se lhe diga e eu começo a gostar de sociologia (estranho...).

Estou arrependida por não ter ido ao ensaio. Saudades, já disse que vos odeio profundamente?

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Hoje é dia de cinema e eu estou muitoooo entusiasmada, mesmo! Afinal é o Avatar! Vou ser positiva e pensar que são só mais quatro horas de biologia e depois vou ver um filme que foi bastante premiado nos Óscares. Porque será? Vai ser mesmo mesmo fixe!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Toda a gente já sentiu, tenho a certeza, mais ou menos fundo na pele, o que é cair e levantar e voltar a cair. Não é nada bom. Dá-nos uma sensação de impotência tal que nos faltam as forças até para respirar, até para consolar quem de nós precisa, até para produzir um falso sorriso. É certo que muitas mãos se erguem com o objectivo de nos ajudarem, mas nem sempre, ao firmarmo-nos nelas, conseguimos levantarmo-nos (totalmente). É um bocado impossível uma pessoa conseguir sair completamente limpa e inteira de uma situação que a foi matando por dentro durante quase nove meses. É, pois, uma conclusão fácil de tirar, no entanto é preciso fazer o optimismo crescer, mas não em demasia. O suficiente é atingido quando alguém acredita que tudo já passou. É esse o meu objectivo por agora - tentar esconder o que ainda resta porque, tenho a certeza, que um dia, vai desaparecer. Sobre a velocidade a que isto acontecerá não fui informada de detalhes, só peço e espero é que não envolvam choques frios como o que aconteceu no Carnaval, isso não. Senti-me quase obrigada a acabar com isto porque "estava a mais", se é que me faço entender. Não quero isto para a minha vida, não quero. Sou egoísta ao ponto de querer ser eu a mandar e a tomar as minhas próprias decisões sem pressões.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

I: Ouve, o que eu acho é que tu até estavas a conseguir 'normalizar' o teu coração, mas quiseste/tentaste ter mais força do que aquela a que estavas preparada para ter, entendes? Eu sei que é bom aquela sensação de 'uff, já passou!'
(...)
I: Mas não é bem assim, tem que se ter tanta calma.
(...)
I: E agora não tens desculpas para baixar os braços, porque se conseguiste uma vez, também consegues outra.
M: Ainda devo ter aqui uns miligramas de força, poucos.
I: A força é uma energia renovável, sabes.

Eu não mereço ter alguém assim comigo, não mereço. Tenho a certeza. Já te disse que te amo?