A minha foto
"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."

quarta-feira, 31 de março de 2010

E sinto-me igual. Mesmo com mais um ano.

terça-feira, 30 de março de 2010

A aproximação foi rápida, relativamente rápida, comparada com a de outros e outras. Bem, mas claro que existiam casos em que este género de acontecimentos ocorria no fim-de-semana a seguir à quinta-feira em que se haviam conhecido. É bem verdade que a sociedade de hoje em dia já não encaixa nos ideais modelo pensados e propostos há séculos atrás. Nem em metade. Já tudo é diferente, incluindo o amor. Para onde foram as cartas de amor, as serenatas, os beijos na cara que faziam um coração disparar? Onde estão as tardes ao sol a conversar e a comparar gostos e interesses? Onde estão os meses necessários para que alguém fique perfeitamente consciente do que quer e de quem quer? Porque se perdeu tudo isto? Porque é que agora se experimenta e se deita fora e se torna a experimentar? Tornámo-nos embalagens reutilizáveis? Qual o porquê de todas estas mudanças? O amor não é igual? Não é o mesmo? Não vem do mesmo sítio?
Bem, sinceramente, penso que nada disto é bom. Nada do que se perdeu é prescindível e daqui a uns tempos, senão já, a sua falta fazer-se-á notar em todas as relações que serão (quase) digitais e que conseguirão sobreviver através de um meio qualquer de comunicação. É triste que assim seja, mas eu continuo a achar indispensável um bom abraço e manter a mão aconchegada nas de quem mais gosto

segunda-feira, 29 de março de 2010

I love you, mesmo quando temos discussões via telemóvel; mesmo quando eu estou aqui, a escrever, e tu não acreditas; mesmo quando me deixo dormir e ficas a falar sozinho; mesmo aconteça o que acontecer, sei que estás aí e sei que sabes que estou aqui. Obrigada.

2 semanas.

domingo, 28 de março de 2010

O tempo passa, todos os dias e todas as semanas - e é tão bom.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Uma pessoa quando tem um sorriso colado na cara e sente os motivos que lhe estão por detrás renovados dia-a-dia, não consegue ficar triste. O mais próximo deste sentimento a que consegui chegar hoje foi mesmo ficar numa pilha de nervos por causa do teste de matemática. Não quero falar disso, porque apesar de ter conseguido ficar com a mesmo nota de período, o teste foi uma porcaria. Mas vá, pronto.
Devido a esta felicidade explosiva que me faz rir compulsivamente minutos a fio, durante um telefonema, sou alvo de preocupação. É que a minha barriga ainda se está a queixar. Ri tanto, ai.

Obrigada, só isto. B ♥

(a chuva voltou, e o preto e branco também. estou revoltada com isso!)

quarta-feira, 24 de março de 2010

A sério, não sei o que se passa, quer dizer, até sei. Há dias que não escrevo... Incrivel. Aí há umas semanas achava que isto seria impossível de acontecer, pelo menos comigo. Mas aconteceu e (vá, vou-me gabar) os motivos são os melhores do mundo. Uma pessoa quando anda contente anda e pronto, grita, ri e mostra todos os dentes que tem na boca, até os que ainda estão para vir. O meu humor anda assim, nas nuvens, e levou-me com ele. A sério, isto sabe bem.
Sinto a falta daquela adrenalina e daquela coisa estranha e incomodativa que se sente quando se acorda e não se tem a certeza do que irá acontecer no dia que nasceu. Só isto. Mas são saudades falsas, penso. Sinceramente, sempre fui mais adepta desta calma e estabilidade que ultimamente me têm proporcionado. É o contrário do descrito acima. Uma pessoa deita-se bem e acorda bem e tem noites em que não dorme mas não é isso que a perturba. Acredito que a falta de sono se deve ao coração cheio, à cabeça ocupada a rever e a analisar todos os sentimentos que a fizeram parar por uns momentos. Quando uma pessoa se entrega às emoções, os neurónios abrandam a corrida e param mais vezes nas boxes, é.
Gosto de descobrir os meus limites e gosto de ti. Faz-me tão bem ter a certeza de que estarás lá para mim, todos os dias. É das melhores sensações que se pode ter. Eu sinto isto e tu dás-me, todos os dias, provas que sentes o mesmo. Era disto que eu precisava, de alguém assim. Continuo a achar que mereces melhor que eu, mas vou tentar dar o meu melhor - vou dar-te tudo.

Vá, e a escola está boa e quase a acabar. Eu estou quase a fazer anos e vou subir a minha média de porcaria, praí 0,5 - espero.
Vou dedicar-me à televisão e vou ler. Apetece-me, e hoje faço o que eu quiser!

segunda-feira, 22 de março de 2010

E como já está Sol, as imagens vão passar a ser a cores. Nice e qualquer dia é Verão!

A vida é tão bonita e tendo como cenário a Primavera, ai... Gosto tanto... Estou apaixonada, eu?! Ai, não, claro que não.
(Vá, um bocadinho.)

sexta-feira, 19 de março de 2010

Ai vida vida, obrigada por me fazeres feliz e por não me dares motivos para escrever. Encaro isso como uma dávida. E continuo na minha jornada em busca de novos temas que me possibilitem a construção de frases mais ou menos inteligentes, e não peço mais. Ando muito caridosa e solidária. É não é?

terça-feira, 16 de março de 2010

Não aprendi a relatar acontecimentos de pura alegria e felicidade, daquela que irradia por todo o lado e se reflecte e refracta sucessivamente. Sinceramente, treinei a minha escrita sempre no sentido negativo da coisa, sempre preocupada em deixar bem explícito o que se passava dentro de mim - de mau. Agora que estou tão bem acompanhada, tão mimada, tão feliz, não sei como relatar isso sem ser pelo uso de palavras e expressões já gastas e que são apelidadas de lamechiches. Eu não acho que o sejam, no entanto, quero descrever os meus sentimentos da maneira mais verdadeira, de modo a que ao reler sinta ainda mais o que já sinto, e adoro sentir. Confesso que ainda estou à espera, e a testar tudo isto... Não é medo, é só falta de vontade de sair magoada mais um vez.

É das melhores coisas do mundo ler/ouvir-te dizer o quanto me adoras. E és (quase) perfeito.

domingo, 14 de março de 2010

Tenho tanto para escrever, mas nem sei por onde começar por isso hoje ficamos assim: a minha vida está a voltar aos eixos e felizmente tive ajuda, uma boa ajuda.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Recentemente fiz uma descoberta sobre mim própria, afinal, o crescimento é isto mesmo, e fiquei surpreendida. Descobri ou dei conta que estou sempre a fazer ameaças. Durante uma simples conversa, tento empregar as palavras de maneira mais agressiva, umas quatro ou cinco vezes. Claro que não sou uma insensível, psicopata que ameaço aqueles com quem falo de morte. Acho que foi a maneira que encontrei para mostrar que já não sou tão sensível como era, que aprendi a arranjar força e, é isso...
Hoje é sexta feira. Costumava gostar das sextas porque tinha as minhas disciplinas preferidas, quer dizer, tinha e tenho. Apesar de agora ser física em vez de química, pronto, de resto é o que eu gosto, português e filosofia. Gosto e a minha opinião vai contra as restantes 22 opiniões da minha turma, tudo bem. Mas eu gosto. E porque é que já não gostas? Bom, é basicamente porque há uns tempos ficava felicíssima por ser sexta-feira e ter ensaio e blá blá M.; hoje, como o vi na quarta, ainda me sinto cheia, não quero vê-lo, não me apetece. Estou a ser sincera, não me apetece tê-lo ao pé de mim, pronto. Não estou doente nem nada, apenas estou a tentar ter um fim-de-semana normal sem me deitar a pensar que lhe devia ter dito isto ou aquilo e devia ter-me calado e, etc... Estou farta. Quantos sábados e domingos já tive eu assim? Muitos. Não queremos cá mais replays. Agora estou numa de auto-preservação e mereço respeito. Afinal, de hoje a oito dias celebramos o nosso nono mês de afastamento e agora começo a perceber o quão melhor isto foi à tua maneira.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Prometo solenemente não falar da escola hoje.
Gosto de dizer que tenho saudades e também gosto que me digam que o sentimento é mútuo. Sabe bem. Sabe bem quando sabemos que o sentimento mútuo descrito acima tem uma parte verdadeira, pelo menos a parte das saudades. Eu gosto de ter saudades porque sei que a seguir, quando as matar (coitadas), compensará tudo, tudo aquilo pelo qual posso ter passado.
Gosto de suavizar ou apagar as saudades com um abraço; e gosto que esse abraço traga a família e os amigos; gosto quanto trazem os animais de estimação, os beijinhos.
Confesso, que uma boa dose me alimenta durante um dia inteiro. Ah, sou exigente, pois. Estou habituada ao melhor.

quarta-feira, 10 de março de 2010

E o dito Teste Intermédio está feito, graças a Deus. "Como te correu?", foi a pergunta do dia. "Ora, foi mais ou menos bem." e esta foi a minha resposta a todas e quaisquer perguntas relacionadas com o tema acima mencionado que eu tenciono esquecer. Agora falando a sério, até que nem me correu mal e já andei a ver os critérios e a fazer contas. Não quero lançar números ao ar, mas estou com boas expectativas e pronto. Não quero agoirar. Descobri que a pergunta que quase punha as mãos no fogo de como a tinha totalmente certa, só vou ter direito a parte da cotação; a pergunta que jurava a pés juntos que tinha mal, tenho a cotação toda. Sou muita fixe e a partir de hoje, está decidido, não acredito mais em mim (ou nas primeiras impressões, também pode ser). Amanhã é quinta, ou seja o pior dia da semana, a seguir à segunda e é suposto irmos fazer tanto em física como em biologia, umas "actividades experimentais". Bom, uma pessoa pensa logo "yupiii aula sem matéria". Ora que nos enganamos redondamente: estas tretas destas pseudo-actividades saem na porcaria dos Testes Intermédios e dos Exames. Mas que raio?! É que mau Maria.

Hoje, (em principio) vou experimentar uma coisa nova, quer dizer, vou só assistir e depois logo vejo se, além de estudar páginas e páginas, me dedico às cordas. Logo mais conto como correu.

terça-feira, 9 de março de 2010

Uma pessoa (normal) quando tem um Teste Intermédio no dia a seguir ao que está a escrever, ou seja amanhã, o que é que deve fazer? Como é que se deve comportar? Devo estar preocupada, com medo ou confiante e segura? Não sei. Não tenho vontade de ir estudar (mais). Apetece-me escrever e tenho pena de quem tenha deixado tudo para estudar hoje; é que ainda são quase 300 páginas amiguinhos. 
E se sair uma pergunta com uma cotação choruda exactamente sobre o tema em que me atrapalho mais? E se saírem muitas escolhas múltiplas, vulgo rasteiras à descarada, que me façam tropeçar e "partir" o meu pequeno e frágil 17? Ai, ai. 
Aqui onde ninguém me ouve, acho que seria muito produtivo se disponibilizassem o testezinho, ou só as perguntas com maior cotação, durante meia hora (dez minutos acho que chegavam) no site, para o pessoal se preparar ainda melhor.
Derreti e estou a sonhar (infelizmente).

Só um aparte. Hoje aprendi o significado de uma palavra que já dizia há anos mas que nunca tinha feito aquele clic de compreensão que eu tanto adoro. Sinto-me realizada.
Ah e  adoro quando (quase) me desligam o telemóvel na cara. Sabe mesmo bem...

E a privacidade e pouca publicidade a este sítio que eu sempre adorei? Onde está? Volta, sff.

(Há assuntos que são só meus e do meu blog. Fácil.)

domingo, 7 de março de 2010

Não tenho assunto. Tenho estudado (e devia estudar mais) e tenho pensado no artigo que tenho que escrever para o jornal. Ai, odeio prazos. E vão 9 (são só 261 dias, 6 264 horas, 375 840 minutos e 22 550 400 segundos.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Os dias até têm sido estranhamente normais e bons, sim bons. Uma pessoa, mesmo que muito magoada consegue arranjar força, por vezes, nos locais menos prováveis. Há amizades que se criam, fortes amizades, à custa desta constante busca de força, de felicidade, de sorrisos e abraços. A minha Laurinha sabe disso muito bem e também sabe que eu estou a começar a gostar muito dela, muito. O Mundo não pára mesmo quando o nosso sistema aberto se desmembra por completo e nos deixa a pairar no meio do nada, no meio do tudo, das memórias do antes e das perguntas do futuro.
"Ainda continuas a querer voltar?" Claro. Por muito auto-controlo e capacidade de elasticidade que tenho agora e que vou continuar a construir, vou querer sempre regressar ao meu lugar, ao lugar onde fui feliz.
É um bocado o tempo psicológico, a que eu me refiro (matéria que sai amanhã no teste de Português e está na hora das revisões, yuuupiiii) na maioria dos casos. Gostava de saber o que sentes, depois de tanto tempo, depois de tanta coisa, depois de outras. Às vezes penso nisso, não devia, mas penso.

E a forma do meu coração adequa-se perfeitamente a este tipo de vida, a este tipo de contacto com aqueles de quem gosto e por quem me interesso. Sabe bem sentir, que do outro lado da invisível ligação entre os nossos telemóveis existe alguém que está tão interessado na conversa como eu. Até as aulas de física (a pior disciplina de todo o Universo) conseguem ser mais produtivas depois de uma chamada para um número de marcação rápida.
Ai, é tão bom...

"I want you so bad, it's my only wish"

quarta-feira, 3 de março de 2010

Ninguém (normal) disse que ia ser fácil. E àqueles (anormais) que o disseram, as minhas mais sinceras desculpas porque não acreditei numa palavra. Só o tempo me poderá deixar decidir o que fazer, se eu o deixar. Não tenho muita vontade disso, porque até estou bem assim, como estou, hoje. Estou a ser sincera.
Já disse que a amizade é das coisas mais bonitas do mundo? É verdade, é mesmo. E eu adoro poder dizer isto, adoro.
Sinto-me (parcialmente) feliz.

terça-feira, 2 de março de 2010

É verdadeiramente bom quando sei quem tenho do meu lado incondicionalmente, dá-me calma e capacidade de raciocínio cuidado, faz-me pesar prós e contras e ter força para lutar pela felicidade, mesmo que essa seja incompleta e falte quem melhor a sabe desenhar em mim. Não é que eu não queira arranjar outro assunto para escrever sobre, eu querer até quero, só não sou capaz. E isso não é bom, não pelo assunto em si, mas sim pela própria incapacidade para realizar o que quer que seja. Como posso eu, andar para a frente deixando para trás nove meses, se quando pego numa caneta para escrever só me ocorrem sentimentos originários desse tempo, dessa vida? A opção a) é mesmo deixar de escrever e a b) normalizar a situação e escrever sobre memórias, não sobre o presente. Ora obrigada e a opção c)? A c) não existe, ou então é má demais para ser escrita aqui.
"Mas estás bem não estás? Ultimamente tens me parecido bem e andas contente." E ando. Só não há razão definida. É como se tivesse tomado algum tipo de estimulante que mantivesse o meu sorriso activo durante x tempo, durante o tempo em que estou exposta a avaliações externas. Actua o suficiente para que no registo visual de outrem fique registado o meu bom humor.
(Foi um aceno e o meu coração sorriu, uma tarde inteira. É que isto era mesmo desnecessário, mas gosto de ser fiel a mim própria, acima de tudo.)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Ai que foi mesmo dos melhores filmes de sempre! Fiquei rendida e colada à cadeira durante as 3horas quase sem pestanejar. Estou muito funny hoje, é verdade. Acho que a Humanidade está a destruir a Terra e a realização deste filme focou isso bastante bem. Apesar de ter a certeza que isto não será nem de longe nem de perto suficiente para alterar as mentalidades, penso que todas as iniciativas ambientalistas são bem-vindas - e isto é só a minha opinião (pobre coitada!). Se não sujo a minha casa porque hei-de sujar a casa de todos?
Bom, mas adiante. A vida de estudante é puxada mas também tem coisas tão boas! Hoje de manhã não tive duas das três aulas que era suposto ter. Tão bom! Foi pena ter-me levantado cedo e ter ido para a escola, mas é sempre bom estar com o pessoal sem ser dentro de salas de aula.
Durante certas e determinadas conversas entre pessoas que já sofreram assim grandes desgostos (não gosto da palavra desgosto, porque sofremos por gosto e por gostar) de amor, há sempre tendência para se pedir opinião disto e daquilo, do que é que eu faço a seguir, o que é que achas que é melhor. Sinceramente, não acho nada produtivo este tipo de perguntas ou conversas, porque há respostas que só poderemos encontrar dentro de nós ou ao ouvirmos a opinião da pessoa que amamos - e repito-me, isto é só a minha triste opinião. Sei que há, de certeza, quem concorde e quem discorde.
Voltando ao assunto: o que uma determinada pessoa viveu com outra determinada pessoa é a coisa mais pessoal que pode haver, excepto talvez o nosso DNA (que agora já sei escrever e pronunciar: acido desoxirribonucleico, ah pois é). As opiniões de terceiros, por muito nossos amigos que sejam não são as que nos fazem falta e às vezes são só o que queremos ouvir e que nem sentido faz. Isto das relações inter-pessoais tem muito que se lhe diga e eu começo a gostar de sociologia (estranho...).

Estou arrependida por não ter ido ao ensaio. Saudades, já disse que vos odeio profundamente?