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"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Se eu um dia digo tudo aquilo que penso...
(não aviso cabeças)

domingo, 30 de maio de 2010

sábado, 29 de maio de 2010


Não há explicação. Nem sequer consigo encontrar palavras capazes de transmitir o quanto eu gosto de ti. É muito. Tornaste-te imprescindível e sem ti, eu já não seria eu. Seria qualquer coisa ainda pior. 
Amo-te muito B.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Por vezes sinto-te a fugir; não no sentido literal da palavra, mas num muito parecido. Parece que te afastas, talvez não de maneira intencional, mas eu sinto-te cada vez mais distante... Cá no fundo até sei que estás a brincar comigo, ou pura e simplesmente a ser normal e eu estou a fazer filmes. Se soubesses o que essas brincadeiras causam cá dentro... Cada vez que isto acontece a minha cabeça prepara a defesa, remete-se para um posição de espera, à espera do pior, à espera do não e das lágrimas... Como já aconteceu antes e para o qual não me preparei, visto que confiava cegamente num amor que não existia. Caí, redonda, no chão; e doeu tanto que ainda hoje tenho as cicatrizes das maiores feridas fiz, em mim. Tenho muito medo, B, muito. Não é falta de confiança em ti, é falta de confiança em mim e na minha capacidade de suportar mais uma investida mortal, daquelas em que a frase habitual é "não quero estragar a nossa amizade". Eu também não a quero estragar, só quero, com ela, preservar tudo o resto que até então construímos.
O que de melhor tenho.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

M: Não sejas totó
B: Se gostar de ti significa que sou totó entao eu sou o maior totó de sempre e nao me importo

Eu, nem tenho palavras, sinceramente... Vá, até tenho: sou a pessoa mais feliz do mundo, sou. Há quase dois meses e meio.

terça-feira, 25 de maio de 2010

B: Nao te preocupes
B: So quero é que estejas bem
M: Contigo estou

Estou a ficar viciada. E também gosto muito de ti.
Não querendo de maneira alguma fazer-me de vítima, tenho que assumir as verdades. Sou, pois, a pessoa mais complicada à face da Terra. Digo isto sem exageros. Confesso que sinto vergonha ao falar deste assunto, mas sinto ainda mais quando penso que existem pessoas que me conseguem aturar, do género de passarem horas comigo. É incrível. Admiro-as, mas tenho pena.

Espero que um dia consiga mudar (um bocado grande...).

domingo, 23 de maio de 2010

No espaço de dois meses passei a odiar os fins-de-semana que adorava; adorava ver filmes e ler e até gostava de fazer os trabalhos de casa e estudar; agora, são uma tortura...

sábado, 22 de maio de 2010

- "Estou a ouvir o teu coração!
- Estás?
- Estou."

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Desculpa. Sim, agora começo sempre por um desculpa. Desculpa por isso também, mas sinto que preciso de contar-te isto de outra maneira e, como sabemos, a minha maneira alternativa preferida é mesmo escrever. 
Durante o tempo em que "eu não fui eu" perdi muita coisa e ganhei também, algumas. É pena que a quantidade das perdas tenha sido maior que a dos ganhos, sinto-me culpada por isso, mas, como sabes também, a culpa não foi só minha. A verdade é que durante a árdua contagem dos meses fui-me perdendo aos poucos. Hoje, tenho a certeza que alguns estragos foram irreparáveis. Por exemplo, a confiança, a parte que mais te custa que eu não tenha em ti. Até parece que não tenho nenhuma; tenho, tenho muita. No entanto, tenho sempre tendência para ficar com um pé atrás em relação a assuntos sentimentais e do género. É muito difícil para mim ter incondicional confiança nesse tipo de afirmações, confesso e tu já sabias isto. 
Naquela altura mandei-me de mergulho, atirei-me pela montanha abaixo sem olhar para trás, sem sequer ouvir o que tinham para me dizer, fui em busca do que mais me fazia falta, do que era diferente para mim. E tudo se resumiu a uma queda preparada e planeada, mas não por mim; para mim. Quando penso muito nisso até me sinto usada, coisa que não fui, não fui. Quando toquei no fundo, senti que pelo caminho tinha deixado parte vitais, virtudes, mas também aprendi muita coisa. Lá está, aprendi a não confiar demais nas pessoas, por muito que me apetecesse ou por muita confiança que achasse que merecessem. Tudo isto está presente em mim, e só não quero passar pelo mesmo, só não quero voltar a cair e ter que me levantar mais uma vez. Isso não, por favor. 
Por outro lado, aquilo que vivo agora, nada, ou quase nada tem que o relacione com o anteriormente vivido. Estão à mesma distância a que está uma palavra de um livro, uma árvore de uma floresta. É igual.
Agora sou feliz. Naquela altura apenas conheci a felicidade, pedi-lhe o número mas ela nunca mais me ligou; agora resolveu voltar, e eu já não sei viver sem ela.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Tenho saudades de ter tempo para fazer tudo aquilo de que mais gosto; tenho saudades de tomar banho descansada, com calma e sem pressa das (carradas de) pseudo-coisas que tenho para fazer; sinto falta de estar sozinha, só comigo, a ler ou a escrever, mas ter tempo para mim.
É que isto assim não há vida que aguente.
E hoje estou revoltada.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Adoro!
Para a P:

Sabes, acho que a melhor forma de começar um relação - e por relação entenda-se todo o tipo de contacto entre duas pessoas, não quer dizer namoro e casamento - é mesmo apostar, inicialmente, numa amizade estruturada, forte em que ambos os lados tenham interesse em conhecer o outro. É na primeira fase que tem que existir um esforço de cada um para acompanhar a vida do outro, suportar, abraçar e dar a mão. Fazer o que um bom amigo faz, ou seja, estar disponível e fazer-te ter a certeza disso. Muitas vezes, as relações ficam-se por aqui e ficam muito bem; amizades verdadeiras é que se quer. 
No entanto, e é bom sinal que assim seja, as coisas evoluem, tornam-se diferentes, melhores - falo por experiência própria. Chegas ao ponto de pensar "e se ficar sem ele?"; já nem consegues imaginar a tua vida sem a pessoa que conheceste e a quem te habituaste. Quando se inserem no nosso quotidiano simples acções como um telefonema (gigante) antes de dormir ou uma troca de mensagens sobre o dia que passou, a ponte está lançada e a dependência veio para ficar. 
Se estás apaixonada? Bem, não sei, só tu o saberás. Se estiveres, fico feliz por ti e espero que tudo cresça com calma, porque são ambos muito boas pessoas; se não estiveres, ora, fica para a próxima, desde que não sofras nem faças sofrer, tudo bem.
A minha opinião é que é melhor começar por baixo e ir construindo devagar e acompanhada, bem acompanhada. As relações são feitas de etapas, e há quem tenha tendência para queimar algumas delas, talvez as mais importantes. E isso nunca acaba bem, como sabes.

Vou estar sempre aqui contigo (e com ele), espero que saibas isso (e ele também). Gosto muito de ti. 

segunda-feira, 17 de maio de 2010

De tudo o que tenho descoberto, tudo coisas boas, claro, a melhor é ter a certeza que vou ter alguém à minha espera. E isso vale por tudo. 

domingo, 16 de maio de 2010

(não) quero saber.
Desculpa. Desculpa-me por ser assim, parva e por te fazer a vida negra de vez em quando. Desculpa. Acredita que também sofro quando estou a fingir-me de zangada/amuada. Tenho o telemóvel a dez centímetros de distância mas sou teimosa ao ponto de não te dizer nada. Desculpa. 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

É incrível como cada vez gosto mais de ti. E agora estou a ouvir o teu respirar e as tuas histórias e o meu telemóvel nunca foi tão feliz... 
"Quando leres o que eu estou a escrever vais gostar bué..."
"Ai é? Está bem, logo já lá vou."
(...)
"Amo-te."
"Amo-te mais."

terça-feira, 11 de maio de 2010

Sou só eu que estou farta da escola? Sinto-me a absorver cada vez menos matéria e tenho cada vez menos vontade de me esforçar. A sério. O Verão ainda demora muito?

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Acho que o Benfica é mesmo o melhor clube de Portugal, a sério. E digo isto não por ser adepta do mesmo mas porque é a verdade evidente. Quando o Sporting foi campeão não vi nada deste tipo de festa e amor ao clube. Hoje ele era cachecóis na escola e nas salas de aula e em todo o lado, e era vozes roucas de tanto gritar e comentários. É bonito de se ver, sinto mesmo orgulho em ser do Benfica há praí catorze anos (antes ainda não pensava).  Tenho pena que os outros adeptos dos outros clubes não saibam o que é uma festa que dura mais de 24 horas; não contando há quantos dias é que eu andava a festejar.
É bem e somos grandes!

Jesus: "Eu tinha um feeling..." Epá eu também, a sério. 

domingo, 9 de maio de 2010

We are the CHAMPIONS of the world!
Tenho uma coisa para te contar B...

Amo-te, és parte de mim agora que estás a dormir, e quando acordares e todos os dias (até quereres); e quando ontem te disse que já não conseguia imaginar uma festa sem ti, foi verdade, foi uma grande verdade. Não sei como, mas tens a capacidade de me ouvir, de me secar as lágrimas pelo telemóvel, de me dar atenção, de ser tudo aquilo de que eu preciso. Acho que não há melhor forma de agradecer do que amar-te incondicionalmente e de ter saudades tuas quando ainda estou contigo, abraçada a ti. 
Ambos sabemos porque é que quinta-feira é feriado. 

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Acho que o ser humano tem uma tendência natural para contrariar o que está a sentir. Quando está realmente feliz relembra muitas vezes os momentos em que estava mal, em baixo, e vice-versa. Nas alturas tristes da vida, passam-nos pela cabeça milhões de imagens de pessoas felizes, imagens essas que naquele momento não conseguimos concretizar. Não percebo o porquê deste facto, mas também me acontece.
Lembro-me muitas vezes dos meses em que não me conhecia, em que tentava ser quem não era para voltar a ter quem queria. Hoje sei que foi uma parvoíce. É bem melhor quando alguém gosta de mim como eu sou, sem tirar nem pôr. Isso sim é gratificante. Mas naquela altura eu não pensava assim, achava que só eu tinha o dever de mudar, de me adaptar às vontades de alguém. E adaptei, em alguns aspectos cheguei a conseguir, cheguei a impor a mim própria as rotinas e frases habituais que ele gostava de ouvir. Tudo isto não quer dizer que andei um Verão inteiro a implorar que ele voltasse, que nós voltássemos, não. Nunca fiz isso. Apenas gostava de estar onde ele estava, gostava de falar com ele, de vê-lo. Foi uma fase tão triste da minha vida, sinceramente. Só ele importava e esqueci-me de mim própria. Foram meses de grande mudança na minha personalidade, na minha maneira de ser. Ainda hoje sinto essas mudanças a florescerem em mim. Mas, felizmente, já nada é como era. Tudo o que eu sentia a mais por ele desapareceu e agora somos só amigos. Orgulho-me que tudo tenha acabado assim, mesmo que só tenha acontecido muitos meses depois do final propriamente dito. 
E agora? Agora é tudo diferente. Agora sou muito feliz. Tenho quem gosto do meu lado e espero que este Verão compense o do ano passado, sinceramente. De certeza que sim. Eu prometi e o B também.
A sexta-feira é mesmo o melhor dia da semana. Quem me dera que fossem todos todos assim. 
Compromisso -  subst. m. obrigação, acordo.
Como é que características tão rígidas como estas podem ser associadas a relações entre as pessoas, amor e amizade? Não percebo. Quando se ama verdadeiramente alguém não há dúvidas sobre o que se quer, não há sequer a necessidade de "tornar a coisa séria". Tudo vai por si só e amar é isso mesmo. O amor não devia ter regras, ou pelo menos não se deviam equiparar às regras de um simples jogo onde se ganha ou perde; no amor só se ganha. É como ler um livro. A bem ou a mal vamos sempre aprender alguma coisa. No amor é assim também; mesmo que tudo acabe mal, há lições que daí vamos tirar, para que os erros não se repitam. 
Faz parte, e é normal que assim seja. Tudo evolui, mas quando se diz que se gosta é porque existe vontade de dar continuidade a um sentimento, e não deixá-lo durar só uma noite ou uma semana. Isso não é gostar, é só achar piada. 

terça-feira, 4 de maio de 2010


Anda a fazer-me bem ouvir isto. Gosto muito.
Ando sob pressão, muita pressão. E não vejo a hora disto acabar, sinceramente. Faz parte.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

E quando não há nada a dizer? Quando a linguagem passou de palavras para gestos e emoções e arrepios pelas costas acima? Que é suposto fazer? Não sei. Não sou experiente e admito que nunca tinha passado por isto, não desta maneira (perfeita). Sinto-me perdida e sem saber o que fazer, muitas vezes; mais do que aquelas que gostaria. Mas é bom, no fundo é bom. O desconhecido é bom quando nos podemos gabar de ter alguém por perto, de mão dada connosco que nos mostra o caminho e a certa altura nos diz: "Olha, olha aquela estrela tão bonita. Não te ganha, mas temos que admitir que é bonita." O negro da noite sofre uma mudança paralela àquela que acontece interiormente, no coração, e ambos se enchem de luz, como se o dia fosse nascer da noite e o amor do peito. Por vezes, a mão que nos conduz prefere segurar-nos pelos ombros; talvez para não cairmos ou para não nos esquecermos da sua presença no palco da nossa vida. Sim, porque agora, faz parte. Apesar de ter a certeza que tenho os pés na Terra e que os meus dias fazem parte da realidade, não consigo sequer completar a ideia de que sou a mesma que há uns meses não se conhecia, que punha em causa tudo o que era (e é) por causa de sentimentos (e pessoas). Não. Agora é bem melhor. Sou quem sou e sinto que é assim que faço cá falta; arrisco a dizer que não podia ser de outra maneira. 
"O voo. A primeira vez em que se é realmente feliz."
Então sinto-me a voar; há um mês e meio.

domingo, 2 de maio de 2010

Não tenho medo, desta vez não. Pode ser considerada a primeira vez, em muitas aspectos, sim, em quase todos. Estou a gostar da experiência, sou até capaz de afirmar que ficava assim para sempre. A segurança e a certeza quase total é muito daquilo com o que eu costumo sonhar. Como se fossem bens de primeira necessidade, e para mim até o são. E finalmente posso dizer que os tenho, também
E viva à Fiape!