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"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."

domingo, 24 de janeiro de 2010

Em sentido figurado:

Foi ontem, precisamente ontem, à noite, que acabaram com a vida do meu escudo, da minha capa protectora. Sim, aquele/a que andei a construir carinhosamente e por necessidade (quase básica) há sete meses. Como é possível que em poucos minutos, (talvez meia hora?,não sei) conseguissem rasgar, triturar, esmagar, destruir por completo tudo aquilo que me escondia há tanto tempo e de tanta coisa... Agora sim, estou transparente, no entanto sei o que quero fazer e sei a quem tenho que agradecer e a quem tenho que pedir desculpa e com quem tenho que cortar relações. É fácil de ver isso. Mais fácil ainda é que sei quem não posso perder, quem tenho que segurar junto a mim, por uma questão de sobrevivência daquilo que está cá dentro... Levou uma sova ontem, tantas emoções ao mesmo tempo... Foi horrível.

(Foi sair, vou ver o crisma a Vila Viçosa, mas quando voltar prometo que voltarei a escrever tudo o que se passou, mas no sentido real e perfeitamente compreensível.)

1 comentário:

A.R. disse...

(acho bem que sim :o)