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"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Tenho saudades de ter tempo para fazer tudo aquilo de que mais gosto; tenho saudades de tomar banho descansada, com calma e sem pressa das (carradas de) pseudo-coisas que tenho para fazer; sinto falta de estar sozinha, só comigo, a ler ou a escrever, mas ter tempo para mim.
É que isto assim não há vida que aguente.
E hoje estou revoltada.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Adoro!
Para a P:

Sabes, acho que a melhor forma de começar um relação - e por relação entenda-se todo o tipo de contacto entre duas pessoas, não quer dizer namoro e casamento - é mesmo apostar, inicialmente, numa amizade estruturada, forte em que ambos os lados tenham interesse em conhecer o outro. É na primeira fase que tem que existir um esforço de cada um para acompanhar a vida do outro, suportar, abraçar e dar a mão. Fazer o que um bom amigo faz, ou seja, estar disponível e fazer-te ter a certeza disso. Muitas vezes, as relações ficam-se por aqui e ficam muito bem; amizades verdadeiras é que se quer. 
No entanto, e é bom sinal que assim seja, as coisas evoluem, tornam-se diferentes, melhores - falo por experiência própria. Chegas ao ponto de pensar "e se ficar sem ele?"; já nem consegues imaginar a tua vida sem a pessoa que conheceste e a quem te habituaste. Quando se inserem no nosso quotidiano simples acções como um telefonema (gigante) antes de dormir ou uma troca de mensagens sobre o dia que passou, a ponte está lançada e a dependência veio para ficar. 
Se estás apaixonada? Bem, não sei, só tu o saberás. Se estiveres, fico feliz por ti e espero que tudo cresça com calma, porque são ambos muito boas pessoas; se não estiveres, ora, fica para a próxima, desde que não sofras nem faças sofrer, tudo bem.
A minha opinião é que é melhor começar por baixo e ir construindo devagar e acompanhada, bem acompanhada. As relações são feitas de etapas, e há quem tenha tendência para queimar algumas delas, talvez as mais importantes. E isso nunca acaba bem, como sabes.

Vou estar sempre aqui contigo (e com ele), espero que saibas isso (e ele também). Gosto muito de ti. 

segunda-feira, 17 de maio de 2010

De tudo o que tenho descoberto, tudo coisas boas, claro, a melhor é ter a certeza que vou ter alguém à minha espera. E isso vale por tudo. 

domingo, 16 de maio de 2010

(não) quero saber.
Desculpa. Desculpa-me por ser assim, parva e por te fazer a vida negra de vez em quando. Desculpa. Acredita que também sofro quando estou a fingir-me de zangada/amuada. Tenho o telemóvel a dez centímetros de distância mas sou teimosa ao ponto de não te dizer nada. Desculpa. 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

É incrível como cada vez gosto mais de ti. E agora estou a ouvir o teu respirar e as tuas histórias e o meu telemóvel nunca foi tão feliz... 
"Quando leres o que eu estou a escrever vais gostar bué..."
"Ai é? Está bem, logo já lá vou."
(...)
"Amo-te."
"Amo-te mais."

terça-feira, 11 de maio de 2010

Sou só eu que estou farta da escola? Sinto-me a absorver cada vez menos matéria e tenho cada vez menos vontade de me esforçar. A sério. O Verão ainda demora muito?

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Acho que o Benfica é mesmo o melhor clube de Portugal, a sério. E digo isto não por ser adepta do mesmo mas porque é a verdade evidente. Quando o Sporting foi campeão não vi nada deste tipo de festa e amor ao clube. Hoje ele era cachecóis na escola e nas salas de aula e em todo o lado, e era vozes roucas de tanto gritar e comentários. É bonito de se ver, sinto mesmo orgulho em ser do Benfica há praí catorze anos (antes ainda não pensava).  Tenho pena que os outros adeptos dos outros clubes não saibam o que é uma festa que dura mais de 24 horas; não contando há quantos dias é que eu andava a festejar.
É bem e somos grandes!

Jesus: "Eu tinha um feeling..." Epá eu também, a sério. 

domingo, 9 de maio de 2010

We are the CHAMPIONS of the world!
Tenho uma coisa para te contar B...

Amo-te, és parte de mim agora que estás a dormir, e quando acordares e todos os dias (até quereres); e quando ontem te disse que já não conseguia imaginar uma festa sem ti, foi verdade, foi uma grande verdade. Não sei como, mas tens a capacidade de me ouvir, de me secar as lágrimas pelo telemóvel, de me dar atenção, de ser tudo aquilo de que eu preciso. Acho que não há melhor forma de agradecer do que amar-te incondicionalmente e de ter saudades tuas quando ainda estou contigo, abraçada a ti. 
Ambos sabemos porque é que quinta-feira é feriado. 

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Acho que o ser humano tem uma tendência natural para contrariar o que está a sentir. Quando está realmente feliz relembra muitas vezes os momentos em que estava mal, em baixo, e vice-versa. Nas alturas tristes da vida, passam-nos pela cabeça milhões de imagens de pessoas felizes, imagens essas que naquele momento não conseguimos concretizar. Não percebo o porquê deste facto, mas também me acontece.
Lembro-me muitas vezes dos meses em que não me conhecia, em que tentava ser quem não era para voltar a ter quem queria. Hoje sei que foi uma parvoíce. É bem melhor quando alguém gosta de mim como eu sou, sem tirar nem pôr. Isso sim é gratificante. Mas naquela altura eu não pensava assim, achava que só eu tinha o dever de mudar, de me adaptar às vontades de alguém. E adaptei, em alguns aspectos cheguei a conseguir, cheguei a impor a mim própria as rotinas e frases habituais que ele gostava de ouvir. Tudo isto não quer dizer que andei um Verão inteiro a implorar que ele voltasse, que nós voltássemos, não. Nunca fiz isso. Apenas gostava de estar onde ele estava, gostava de falar com ele, de vê-lo. Foi uma fase tão triste da minha vida, sinceramente. Só ele importava e esqueci-me de mim própria. Foram meses de grande mudança na minha personalidade, na minha maneira de ser. Ainda hoje sinto essas mudanças a florescerem em mim. Mas, felizmente, já nada é como era. Tudo o que eu sentia a mais por ele desapareceu e agora somos só amigos. Orgulho-me que tudo tenha acabado assim, mesmo que só tenha acontecido muitos meses depois do final propriamente dito. 
E agora? Agora é tudo diferente. Agora sou muito feliz. Tenho quem gosto do meu lado e espero que este Verão compense o do ano passado, sinceramente. De certeza que sim. Eu prometi e o B também.
A sexta-feira é mesmo o melhor dia da semana. Quem me dera que fossem todos todos assim. 
Compromisso -  subst. m. obrigação, acordo.
Como é que características tão rígidas como estas podem ser associadas a relações entre as pessoas, amor e amizade? Não percebo. Quando se ama verdadeiramente alguém não há dúvidas sobre o que se quer, não há sequer a necessidade de "tornar a coisa séria". Tudo vai por si só e amar é isso mesmo. O amor não devia ter regras, ou pelo menos não se deviam equiparar às regras de um simples jogo onde se ganha ou perde; no amor só se ganha. É como ler um livro. A bem ou a mal vamos sempre aprender alguma coisa. No amor é assim também; mesmo que tudo acabe mal, há lições que daí vamos tirar, para que os erros não se repitam. 
Faz parte, e é normal que assim seja. Tudo evolui, mas quando se diz que se gosta é porque existe vontade de dar continuidade a um sentimento, e não deixá-lo durar só uma noite ou uma semana. Isso não é gostar, é só achar piada. 

terça-feira, 4 de maio de 2010


Anda a fazer-me bem ouvir isto. Gosto muito.
Ando sob pressão, muita pressão. E não vejo a hora disto acabar, sinceramente. Faz parte.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

E quando não há nada a dizer? Quando a linguagem passou de palavras para gestos e emoções e arrepios pelas costas acima? Que é suposto fazer? Não sei. Não sou experiente e admito que nunca tinha passado por isto, não desta maneira (perfeita). Sinto-me perdida e sem saber o que fazer, muitas vezes; mais do que aquelas que gostaria. Mas é bom, no fundo é bom. O desconhecido é bom quando nos podemos gabar de ter alguém por perto, de mão dada connosco que nos mostra o caminho e a certa altura nos diz: "Olha, olha aquela estrela tão bonita. Não te ganha, mas temos que admitir que é bonita." O negro da noite sofre uma mudança paralela àquela que acontece interiormente, no coração, e ambos se enchem de luz, como se o dia fosse nascer da noite e o amor do peito. Por vezes, a mão que nos conduz prefere segurar-nos pelos ombros; talvez para não cairmos ou para não nos esquecermos da sua presença no palco da nossa vida. Sim, porque agora, faz parte. Apesar de ter a certeza que tenho os pés na Terra e que os meus dias fazem parte da realidade, não consigo sequer completar a ideia de que sou a mesma que há uns meses não se conhecia, que punha em causa tudo o que era (e é) por causa de sentimentos (e pessoas). Não. Agora é bem melhor. Sou quem sou e sinto que é assim que faço cá falta; arrisco a dizer que não podia ser de outra maneira. 
"O voo. A primeira vez em que se é realmente feliz."
Então sinto-me a voar; há um mês e meio.

domingo, 2 de maio de 2010

Não tenho medo, desta vez não. Pode ser considerada a primeira vez, em muitas aspectos, sim, em quase todos. Estou a gostar da experiência, sou até capaz de afirmar que ficava assim para sempre. A segurança e a certeza quase total é muito daquilo com o que eu costumo sonhar. Como se fossem bens de primeira necessidade, e para mim até o são. E finalmente posso dizer que os tenho, também
E viva à Fiape!