É verdadeiramente bom quando sei quem tenho do meu lado incondicionalmente, dá-me calma e capacidade de raciocínio cuidado, faz-me pesar prós e contras e ter força para lutar pela felicidade, mesmo que essa seja incompleta e falte quem melhor a sabe desenhar em mim. Não é que eu não queira arranjar outro assunto para escrever sobre, eu querer até quero, só não sou capaz. E isso não é bom, não pelo assunto em si, mas sim pela própria incapacidade para realizar o que quer que seja. Como posso eu, andar para a frente deixando para trás nove meses, se quando pego numa caneta para escrever só me ocorrem sentimentos originários desse tempo, dessa vida? A opção a) é mesmo deixar de escrever e a b) normalizar a situação e escrever sobre memórias, não sobre o presente. Ora obrigada e a opção c)? A c) não existe, ou então é má demais para ser escrita aqui.
"Mas estás bem não estás? Ultimamente tens me parecido bem e andas contente." E ando. Só não há razão definida. É como se tivesse tomado algum tipo de estimulante que mantivesse o meu sorriso activo durante x tempo, durante o tempo em que estou exposta a avaliações externas. Actua o suficiente para que no registo visual de outrem fique registado o meu bom humor.
"Mas estás bem não estás? Ultimamente tens me parecido bem e andas contente." E ando. Só não há razão definida. É como se tivesse tomado algum tipo de estimulante que mantivesse o meu sorriso activo durante x tempo, durante o tempo em que estou exposta a avaliações externas. Actua o suficiente para que no registo visual de outrem fique registado o meu bom humor.
(Foi um aceno e o meu coração sorriu, uma tarde inteira. É que isto era mesmo desnecessário, mas gosto de ser fiel a mim própria, acima de tudo.)
Sem comentários:
Enviar um comentário