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"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Uns dias mais acima outros mais abaixo, feliz e um bocadinho menos e um bocadinho mais e fundo e mais fundo. Mas quando é que isto acaba? Quanto tempo mais vou ter que aguentar, quanto tempo mais vou ter que forçar esta minha capacidade de fingir que está tudo bem? Há meses que encaro esta fase da vida como um teste, uma prova de resistência feita para testar a minha força e para modelar as minhas reacções instintivas. Mas que avanços fiz eu? Que resultados obtive? Bom, por um lado deu para perceber quem está verdadeiramente do meu lado. No entanto, as lágrimas continuam a cair (por tudo e por nada), continuo a gritar, a fugir, a ter medo de olhar nos olhos de quem gosto.
Dói, continua a doer (muito, muito...). Será que algum dia vou ficar com o coração limpo, capaz de voltar a amar com a força que tinha inicialmente?

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