Vampiros e vizinhos sobrenaturais. O (nosso) mundo está dominado por eles. Conseguiram ganhar audiência na televisão e popularidade nas livrarias, tornando-se o sonho de qualquer adolescente ser amada por um exemplar daquela espécie. São caracteristicamente carinhosos e atenciosos, talvez seja apenas uma forma de encobrir o seu lado mais selvagem, onde reagem por instinto. A sua aparência é absolutamente arrebatadora, deixando todos os olhares voltados para si ao atravessarem a rua, ao pararem para observar uma montra, ao frequentarem a paragem de autocarro da esquina. Parcialmente conseguem misturar-se na multidão.
Então e o porquê de falar neste assunto hoje? Bom, então foi assim. Hoje, Domingo, fui à missa, como é meu hábito há bastantes anos. Fiquei ao fundo da igreja, como gosto e dois bancos à minha frente estava um conjunto de "senhoras" bastante intrigante. A maioria era de tamanho normal. Só havia uma, alta, loira e vistosa, verdadeiramente assustadora. Enviava uns olhares para todos os lados um bocado assustadores, como que se estivesse a conter para não cometer um crime, para não fazer uma carnificina pública... E depois, no fim, alguém a chamou: "Antonieta, blá blá blá...". Antonieta? Antonieta é nome de vampira, certo?
Ninguém me avisou que a Mega-festa tinha efeitos secundários...
1 comentário:
e eu a ti, fofinha ;$
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